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Resenha: Caixa de Mensagens

30 abril 2020

“Papai Noel não esqueceu o seu presente. É que demora preparar algo especial para uma menina linda como você.” É naquela mensagem, acompanhada de uma pequena flor de papel, recebida de um garoto desconhecido em uma noite de Natal, que Antonela se agarra para seguir em frente. Treze anos depois ela ainda guarda as palavras em seu coração. Ao ingressar como estagiária em uma agência de publicidade, tudo o que a jovem quer é usar sua criatividade para se destacar na empresa. O que ela não imagina é que uma brincadeira iniciada no condomínio onde trabalha possa lhe trazer essa oportunidade. Obra do destino ou não essa ação vai lhe render também muitas lembranças e despertar sentimentos e dores antigas, bem como lhe colocar frente a frente com um homem que parece conhecer sua dor. Em seu primeiro romance New adult, Paola nos faz novamente pensar sobre o valor dos sentimentos e o impacto que as palavras podem surtir sobre as pessoas.

Paola Scott é minha colega do setor editorial, então tenho o privilégio de perguntar a ela se vou gostar ou não de cada romance seu (e ela sempre acerta). Isso porque eu não gosto muito de romance hot, gênero que ela arrasa.

Então, quando a The Gift Box disponibilizou grátis o Para Você, livro com vários contos onde ela colaborou com um, corri perguntar pra Paola se eu iria gostar do seu. Ela disse que sim, que era romance florzinha. 

Resenha: O Rouxinol

05 março 2020

França, 1939: No pequeno vilarejo de Carriveau, Vianne Mauriac se despede do marido, que ruma para o fronte. Ela não acredita que os nazistas invadirão o país, mas logo chegam hordas de soldados em marcha, caravanas de caminhões e tanques, aviões que escurecem os céus e despejam bombas sobre inocentes. Quando o país é tomado, um oficial das tropas de Hitler requisita a casa de Vianne, e ela e a filha são forçadas a conviver com o inimigo ou perder tudo. De repente, todos os seus movimentos passam a ser vigiados e Vianne é obrigada a fazer escolhas impossíveis, uma após a outra, e colaborar com os invasores para manter sua família viva. Isabelle, irmã de Vianne, é uma garota contestadora que leva a vida com o furor e a paixão típicos da juventude. Enquanto milhares de parisienses fogem dos terrores da guerra, ela se apaixona por um guerrilheiro e decide se juntar à Resistência, arriscando a vida para salvar os outros e libertar seu país. Seguindo a trajetória dessas duas grandes mulheres e revelando um lado esquecido da História, O rouxinol é uma narrativa sensível que celebra o espírito humano e a força das mulheres que travaram batalhas diárias longe do fronte. Separadas pelas circunstâncias, divergentes em seus ideais e distanciadas por suas experiências, as duas irmãs têm um tortuoso destino em comum: proteger aqueles que amam em meio à devastação da guerra – e talvez pagar um preço inimaginável por seus atos de heroísmo.

Livros de Kristin Hannan são lindos, mas partem nosso coração. E em O Rouxinol não é diferente. Não sou de chorar fácil quando leio, mas confesso que meu coração ficou apertado em diversas partes do livro. Apertado de verdade, realmente senti uma dor física em várias cenas do lindo livro. 

A Segunda Guerra Mundial é um tema que, coincidentemente, fez parte de várias leituras minhas em 2019 e 2020. E como aconteceu em alguns deles, não foi retratada a rotina de guerra no fronte, mas o dia a dia das pessoas que lutam para sobreviver às perdas, ao racionamento, à  falta de alimento. Em O Rouxinol, tudo isso é vivenciado, e muito mais. É muito intenso, de partir o coração até dos insensíveis. Kristin tem esse poder.


Resenha: Bellissima

06 fevereiro 2020

Com Bellissima, Nora Roberts une novamente seus dois maravilhosos ingredientes: romance e suspense. Depois de ter a casa assaltada, a Dra. Miranda Jones decide esquecer o incidente, indo às pressas para a Itália a trabalho. Lá, deverá constatar a autenticidade de um bronze renascentista de uma cortesã da família Médici, conhecido como A Senhora Sombria. Especialista em autenticação de obras renascentistas, Miranda atesta como original uma falsificação. Ao descobrir a farsa, ela decide encontrar a verdadeira peça e revelar o motivo para tal crime. Para isso, terá a ajuda do sedutor ladrão Ryan Boldari, que pensa em se apoderar da obra de arte. Porém, os planos dos dois ruem quando um perigoso assassino começa a persegui-los.

Bellissima foi a minha primeira leitura de 2020, e não é a primeira vez que começo o ano com um livro de Nora Roberts. Afinal, ela é uma das minhas autoras favoritas, por isso é uma ótima maneira de estrear novos 365 (ou 366 dias) de leituras, já que sempre é uma boa pedida.

Contudo, sinto dizer que não foi bem assim. De modo geral, eu gostei do livro, só que foi estranho. E agora eu vou explicar, antes que você me julgue por não amar um livro de Nora (risos).

Resenha: Ainda Sou Eu

16 janeiro 2020

Sequência dos romances Como Eu Era Antes de Você e Depois de Você, que arrebataram o coração de milhares de fãs, Ainda Sou Eu conta, pela perspectiva delicada e bem-humorada de Lou Clark, uma história comovente sobre escolhas, lealdade e esperança. Lou Clark chega em Nova York pronta para recomeçar a vida, confiante de que pode abraçar novas aventuras e manter seu relacionamento à distância. Ela é jogada no mundo dos super-ricos Gopnik - Leonard e a esposa bem mais nova, e um sem-fim de empregados e puxa-sacos. Lou está determinada a extrair o máximo dessa experiência, por isso se lança no trabalho e, antes que perceba, está inserida na alta sociedade nova-iorquina, onde conhece Joshua Ryan, um homem que traz consigo um sopro do passado de Lou. Enquanto tenta manter os dois lados de seu mundo unidos, ela tem que guardar segredos que não são seus e que podem mudar totalmente sua vida. E, quando a situação atinge um ponto crítico, ela precisa se perguntar: Quem é Louisa Clark? E como é possível reconciliar um coração dividido?

Primeiramente, para não dar spoiler, escrevi esta resenha suponho que você leu Como Eu Era Antes de Você e Depois de Você, ok? Se você não leu os livros anteriores, agradeço sua visualização, mas recomendo parar por aqui. 



Ainda Sou Eu estava na minha lista de livros para ler em 2020, mas não resisti e acabei começando ainda em 2019, no dia de Natal. Excelente escolha, ponto para você, Nanda! Foi arriscado, pois achei Depois de Você bem meia-boca, e estava com medo de acontecer o mesmo com este livro.

Mas, como disse, foi uma excelente escolha, e Lou voltou a cair nas minhas graças. Sei que ela passou por uma situação péssima, peço a Deus para nunca passar nem perto disso, mas foi há anos e ela ainda vive presa ao passado, remoendo algo impossível de voltar. Louisa não conseguiu superar a perda de Will e hoje vive à sombra, longe do que ele sonhou para ela. Até Ainda Sou Eu. 

Resenha: O Café da Praia

07 novembro 2019
Em uma praia paradisíaca, Evie Flynn tem a chance de começar do zero…Evie sempre foi a ovelha negra da família: sonhadora e impulsiva, o oposto das irmãs mais velhas bem-sucedidas. Tentou fazer carreira como atriz, fotógrafa e cantora, mas nada deu muito certo. Às vezes, ao pular de um trabalho para outro, ela tem a sensação de que lhe falta um propósito. Quando sua tia preferida morre em um acidente de carro, Evie recebe uma herança inesperada, um café na beira da praia na Cornualha. Empolgada com a oportunidade de mudar de vida, ela decide se mudar para lá, mas logo descobre que nem tudo são flores: os funcionários não são dos melhores e o local está caindo aos pedaços. Tudo bem diferente dos tempos em que passava as férias de verão com a tia. Apesar das dificuldades, pela primeira vez Evie está determinada a ter sucesso. Ao lutar pelo café, ela busca secretamente dar um novo rumo à sua vida e, assim, pode acabar conquistando bem mais do que esperava no trabalho... e também no amor.

O Café da Praia faz parte da coleção Romances de Hoje, uma sacada maravilhosa da Editora Arqueiro. Além das capas lindíssimas, são livros que a gente sente dó de terminar de ler, e dá vontade de recomeçar assim que chegamos à última página.

Na primeira parte da série, temos A Casa dos Novos Começos como o livro de Lucy Diamond. Foi bom, como toda a coleção, mas o menos bom, em minha opinião. Na segunda etapa publicada, o livro de Lucy foi este que resenho, e eu não estava tão empolgada para ler, achando que seria o mais fraco novamente, e também pelo fato de sua avaliação no Skoob ter sido um pouco baixa (3.8). Porém, talvez agora seja o melhor, ou então empatou. 

Na verdade, acredito que todos os livros dessa etapa foram excelentes, me sinto em dúvida ao definir o melhor. Porque todos me deram vontade de entrar no livro e fazer parte da história. Na padaria do primeiro, no café do segundo, e novamente no café do terceiro. Adoraria voltar no tempo e ler O Café da Praia como se fosse a primeira vez!

Resenha: Livre Para Recomeçar

31 outubro 2019

Anastácia carrega na pele as marcas deixadas por um casamento odioso. Em sua última noite como uma mulher livre, ela perdeu o controle do seu futuro e acabou presa no famoso hospício para alienados do Rio de Janeiro. Mas agora, três anos após sua internação, Anastácia precisará enfrentar o passado e descobrir como recomeçar. Quem ela escolherá ser longe do peso do título de Condessa De Vienne? Graças ao Jornal das Senhoras, Benício de Sá é conhecido como o Bastardo do Café. Lutando diariamente contra a opressão do pai – um dos mais poderosos cafeicultores do Brasil – ele encontrou na construção civil a oportunidade perfeita de mudar seu futuro e deixar uma marca no mundo. Contudo, enquanto a Empreiteira de Sá conquista o cenário carioca, Benício continua preso ao passado e às marcas que carrega na alma. Será que um dia ele conseguirá libertar-se por inteiro das garras do seu pai? Anastácia e Benício se conhecem em meio à ruína, mas é durante a esperança de um novo começo que eles se reencontram. Agora resta saber se estão prontos para recomeçar.

Começo o livro de forma bastante positiva, ao elogiar sua sinopse. Quem me conhece, sabe que sou extremamente chata com sinopses que falam demais, mas não é o caso desta, que foi muito bem escrita. Quem a lê, não descobre coisas antes da hora, e a nossa curiosidade é aguçada.

Em segundo lugar, outro fato positivo sobre o livro. Na minha resenha de Volte Para Mim, eu havia elogiado o vocabulário rebuscado de Paola Alexsandra, que se repete em Livre Para Recomeçar. A autora nos mostra como a nossa língua é rica, e palavras há tempo não utilizadas são exibidas em seu livro, enriquecendo nossa experiência de leitura. 

Resenha: Entre Quatro Paredes

10 outubro 2019

Grace é a esposa perfeita. Ela abriu mão do emprego para se dedicar ao marido e à casa. Agora prepara jantares maravilhosos, cuida do jardim, costura e pinta quadros fantásticos. Grace mal tem tempo de sentir falta de sua antiga vida. Ela é casada com Jack, o marido perfeito. Ele é um advogado especializado em casos de mulheres vítimas de violência e nunca perdeu uma ação no tribunal. Rico, charmoso e bonito, todos se perguntavam por que havia demorado tanto a se casar. Os dois formam um casal perfeito. Eles estão sempre juntos. Grace não comparece a um almoço sem que Jack a acompanhe. Também não tem celular, que ela diz ser uma perda de tempo. E seu e-mail é compartilhado com Jack, afinal, os dois não guardam segredos um do outro. Parece ser o casamento perfeito. Mas por que Grace não abre a porta quando a campainha toca e não atende o telefone de casa? E por que há grades na janela do seu quarto? Às vezes o casamento perfeito é a mentira perfeita.

A sinopse quase contou o segredo, mas tudo bem. Este livro foi um dos melhores que li em 2019, um suspense leve, que deixa a gente muito curioso para saber como tudo vai terminar. E não é em romance, disso você pode ter certeza. Afinal, o casamento perfeito é a mentira perfeita, como disse a sinopse, então a cada página lida você fica sem fôlego.

Resenha: A Protegida

19 setembro 2019
Uma escolha pode conduzi-la à felicidade... Ou partir irremediavelmente seu coração. Liberty Jones é uma garota determinada, mas em sua vida pobre e difícil não há espaço para que ela consiga vislumbrar seus sonhos sendo realizados. Seu único consolo é a amizade e o amor que nutre por Hardy Cates, um jovem que possui ambições grandiosas demais para ficarem enterradas na pequena cidade de Welcome. Apesar da atração irresistível que pulsa entre os dois, tudo o que Hardy não precisa é de alguém para atrapalhar seus planos de sucesso, e ele a abandona no momento mais difícil de sua vida: quando a mãe de Liberty morre tragicamente em um acidente; deixando um bebê para ela criar. Mas a vida traz grandes surpresas e Liberty se vê sob a tutela de um magnata bilionário, que irá oferecer muito mais do que proteção à irmã e a ela, mas também revelará uma forte ligação com o passado obscuro da família de Liberty. O que Liberty não espera é ter de lidar com Gage Travis, o filho mais velho do magnata; o rapaz não aprova a presença dela em sua casa e fará de tudo para afastá-la de sua família... Gage apenas esquece de também mantê-la longe de seu coração. Às vezes a vida tem um senso de humor cruel, entregando-lhe aquilo que você sempre quis no pior momento possível...

Gente, que sinopse é esta? Quem a escreveu, fez praticamente um resumo do livro. Por um lado foi até bom para mim, porque li o romance no final de julho e começo de agosto, e serviu para relembrá-lo. Só por isto, porque para quem não leu, perde toda a graça.

Eu estava ansiosa para ler um romance contemporâneo de Lisa Kleypas, autora de quem sou fã nos romances de época. Eu a considero tão boa quanto Julia Quinn, contudo, infelizmente, para mim ela só é boa nos romances de época mesmo. No contemporâneo, não rolou. Eu quase desisti, mas não é um livro tão ruim para isto, só não dava vontade de continuar a ler, sabe?

Resenha: O Poder

24 julho 2019
Sinopse: O que você faria se tivesse o poder em suas mãos?
“Jogos vorazes encontra O conto da aia.” (COSMOPOLITAN)
Em um futuro próximo, as mulheres desenvolvem um estranho poder: elas se tornam capazes de eletrocutar outras pessoas, infligindo dores terríveis... até a morte. De repente, os homens se dão conta de que não estão mais no controle do mundo.

"O conhecimento vale o mesmo que a liberdade."

Ahhh o poder.... hoje até comecei a resenha de forma diferente né?!?! Porque esse livro, apesar de ficcional, nos coloca num nível de reflexão intenso. Uma das grandes causas feministas é a igualdade. Igualdade em todos os âmbitos,  e aqui vemos as mulheres se revoltando com o poder descoberto.

A história gira praticamente em torno de algumas personagens chaves e como suas vidas se transformam com o poder recém descoberto. E como cada uma delas reage e age a partir da descoberta. O legal do livro é vermos como cada pessoa afetada, pensa em fazer daquilo uma forma de ter seus objetivos pessoais alcançados. Como podem subjugar as outras pessoas, mulheres ou não, para seu bel prazer.

Resenha: Daisy Jones & The Six

24 junho 2019
Sinopse: Todo mundo conhece Daisy Jones & The Six. Nos anos setenta, dominavam as paradas de sucesso, faziam shows para plateias lotadas e conquistavam milhões de fãs. Eram a voz de uma geração, e Daisy, a inspiração de toda garota descolada. Mas no dia 12 de julho de 1979, no último show da turnê Aurora, eles se separaram. E ninguém nunca soube por quê. Até agora. Esta é história de uma menina de Los Angeles que sonhava em ser uma estrela do rock e de uma banda que também almejava seu lugar ao sol. E de tudo o que aconteceu ― o sexo, as drogas, os conflitos e os dramas ― quando um produtor apostou (certo!) que juntos poderiam se tornar lendas da música. Neste romance inesquecível narrado a partir de entrevistas, Taylor Jenkins Reid reconstitui a trajetória de uma banda fictícia com a intensidade presente nos melhores backstages do rock’n’roll.
Hello pessoas, hoje a resenha é empolgadíssima e com muita alegria e emoção. Primeiro preciso esclarecer que, mesmo recebendo a newsletter da Paralela, eu só comprei por causa do Pin que vinha de brinde, com isso esclarecido, prossigamos.

"Quando ela cantava, a voz vinha lá das entranhas. As pessoas demoram anos para aprender isso, e para Daisy era uma coisa natural."
Daisy Jones & The Six conta a história dessa banda de muito sucesso na década de 70, que se originou da banda originalmente, Dunne Brothers e que mais tarde se tornou The Six. Daisy se encontrou com eles no caminho, e eles se tornaram um fenômeno fonográfico. Anotaram tudo?? Agora preparem-se para mergulhar na vida e na banda, num documentário extremamente empolgante, feito pela filha de um dos integrantes da banda.

Resenha: O Outro Lado da Bola

23 agosto 2018
Sinopse: Ao se declarar homossexual em um programa de TV depois do assassinato — brutal e com motivações homofóbicas — de um ex-namorado, Cris, jogador de futebol e ídolo de uma nação de torcedores fanáticos, vê sua vida pessoal e sua carreira saírem completamente de controle. Tem então de enfrentar a reação da diretoria e dos colegas de clube, a hesitação dos patrocinadores, a rejeição de grande parte da torcida e a crise familiar que se desencadeia a partir de sua declaração.A história de Cris é uma ficção, mas poderia acontecer de alguma forma, com o ídolo do seu time e talvez de uma seleção inesquecível. É aí que reside a força da narrativa de "O outro lado da bola", de Alvaro Campos e Alê Braga, com ilustrações de Jean Diaz. Em ano de Copa do Mundo, é difícil virar cada página sem pensar: esse é o mundo em que ainda vivemos. Mas o relógio está correndo, e ainda dá para virar esse jogo. O futebol, afinal, é sempre o melhor pretexto para se discutir as coisas da vida.
Hello pessoas, tudo certinho?!?! Hoje falaremos de uma HQ sensacional lançada pela editora Record. O Outro Lado da Bola, é uma ficção, mas com certeza retrata a realidade do esporte brasileiro mais popular, misógino e preconceituoso: o Futebol.

Sei que alguns leu o misógino ali e pensou, ela está louca, temos uma seleção brasileira feminina de
futebol. Temos mesmo. E ela é campeã mundial mais vezes que a masculina, mas você vê a mesma repercussão? Os canais abertos dão a mesma oportunidade as atletas dessa seleção de aparecerem?? Pois é. Mas a abordagem dessa HQ é outra, é a homofobia que gira em torno do futebol.

Resenha: Mais Que Amigos

04 junho 2018
Sinopse: Será que vale a pena arriscar uma grande amizade em troca de um amor inesquecível?Aos vinte e dois anos, a jovem Parker Blanton leva a vida que sempre sonhou. Tem um namorado inteligente e responsável, um emprego promissor e a companhia de seu melhor amigo, Ben Olsen, com quem divide um lindo apartamento. Parker e Ben são tão grudados que muita gente duvida que eles morem sob o mesmo teto sem nunca ter vivido um caso, mas eles não se importam com o que as pessoas pensam. Sabem que não foram feitos um para o outro — pelo menos não para se envolver. Por isso, quando um acontecimento inesperado faz com que Parker se veja sem namorado e com o coração partido, ela sabe que pode contar com Ben para ajudá-la a sacudir a poeira e partir para outra. Afinal, ninguém seria mais ideal do que seu melhor amigo para lhe mostrar os prazeres da vida de solteiro… certo? Mais que amigos é uma comédia romântica irresistível!

Hello pessoal, vamos bater um papo sobre a aposta da Paralela Mais que Amigos, no original: Blurred Lines. Apesar do trabalho de capa não ter ficado ruim, farei a chata e direi que esse título ficou meia boca, mas o livro é muito fofo.

Parker e Ben são amigos desde a faculdade. Logo que se conheceram se aproximaram e após formados foram dividir uma casa, até aí zero problema. Ele solteiro convicto, ela em uma relação séria, pronta para o próximo passo.
"Garotos e garotas não conseguem ser só amigos. Ou pelo menos nãomelhores amigos.As coisas acabam se complicando."

Resenha: Fortaleza Impossível, @editoraarqueiro

16 outubro 2017
Sinopse: Um trio de garotos esquisitos e uma nerd brilhante que esconde um grande segredo.Um inesperado romance que nasce em meio a computadores e disquetes.Um ousado e perigoso assalto para roubar a edição de maio de 1987 da revista Playboy, com imagens escandalosas de uma famosa apresentadora de TV.Todos esses elementos se unem para compor Fortaleza Impossível, um romance que fará você rir, se emocionar e recordar a maravilhosa sensação de se apaixonar por algo – ou alguém – pela primeira vez.Até maio de 1987, Billy Marvin – um garoto de 14 anos que mora numa pequena cidade em Nova Jersey – é definitivamente um nerd feliz.Ele e seus amigos inseparáveis, Alf e Clark, passam as noites se empanturrando de biscoitos e milk-shakes diante da TV, assistindo a filmes e conversando sobre música, cinema e seriados. Com a mãe trabalhando no horário noturno e a casa toda para si, Billy vara a madrugada fazendo aquilo que mais ama: programando videogames em seu computador.Mas então a Playboy publica as fotos escandalosas de Vanna White, a famosa apresentadora de TV por quem os três são fascinados. Como ainda não são maiores de idade para comprar a revista, eles planejam um ousado assalto para roubá-la. É quando Billy conhece a brilhante, enigmática e também nerd Mary Zelinsky, e tudo começa a mudar...
Hey gente, tudo certinho??? A resenha de hoje é desse livro encantador!!! Sério, a Arqueiro quando pega um YA para publicar é certeiro. Foi assim com Três Coisas Sobre Você, resenha AQUI e, foi assim com Um Menino em Um Milhão. Você que curte a cultura Geek de um modo geral, você que é fã de Games ou você que simplesmente, assim como eu, sente saudades dos idos anos 80, prepare-se para mergulhar nesse livro e se encantar.
Mas foi então que playboy publicou as fotos da apresentadora da Roda da Fortuno, Vanna White, por quem me apaixonei perdidamente, e tudo começou a mudar.
Ah mais uma coisinha antes de entrarmos no universo de Billy e seus amigos, se você curtiu Stranger Things, a série de sucesso da Netflix, saiba que você amará tudo nesse livro. Ele não tem nada de "Stranger", mas todas as boas referências anos 80 estão contidas lá, mas nada de plágio, é tudo muito original e nos deixa na maior nostalgia. E se você não viveu nos anos 80, com certeza vai querer ter vivido.

Resenha: A Árvore dos Anjos, @editoraarqueiro

24 maio 2017
Trinta anos se passaram desde que Greta deixou de morar no solar Marchmont, uma
bela e majestosa residência na região rural do País de Gales. A convite de seu velho amigo David, ela decide retornar ao lugar para comemorar o Natal. Porém, devido a um acidente de carro, Greta não tem mais lembranças da época em que vivia na propriedade, assim como de boa parte de seu passado. Durante uma caminhada pela paisagem invernal de Marchmont, ela encontra uma sepultura no bosque, e a inscrição na lápide coberta de neve se torna a fagulha que a ajudará a recuperar a memória. Contudo, relembrar o passado também significa reviver segredos dolorosos e muito bem guardados, como o motivo para Greta ter fugido do solar, quem ela era antes do acidente e o que aconteceu com sua filha, Cheska, uma jovem de beleza angelical... mas que esconde um lado sombrio. Da aclamada autora da série As Sete Irmãs, A Árvore dos Anjos é uma história tocante sobre amores e perdas, sobre como nossas escolhas de vida podem tanto definir quem somos como permitir um novo começo.
 Ah, Lucinda Riley com certeza é uma das melhores escritoras que existem, na minha opinião. A autora irlandesa sempre consegue me surpreender, me envolvendo logo nas primeiras páginas, e é a campeã de resolver ressacas literárias. Eu estou aguardando a continuação de As Sete Irmãs, mas um excelente alívio foi a leitura de A Árvore dos Anjos, mais recente lançamento de Lucinda.

Os livros da escritora sempre seguem um padrão, pelo menos é o que tem acontecido até então: a história se começa no presente, e um diário ou um personagem narra uma história do passado. Durante o enredo, essas histórias se intercalam, despertando ainda mais a nossa atenção e a curiosidade pelo desfecho.

Faca de Água na Intrínseca

07 agosto 2016
Esse livro é exatamente o tipo de livro para quem gosta de futuros apocalípticos. E o melhor de tudo é que o motivo da guerra no livro é algo que não damos muita importância: a água.

Sinopse: Num futuro árido e tumultuado, em que a água ganhou o status de commodity mais valiosa, o direito de uso das fontes e dos rios é alvo de disputas ferrenhas. Uma guerra entre governos, órgãos públicos e empresários, na qual vale tudo. Enquanto advogados e burocratas armam-se com infinitos processos judiciais, mercenários e militares subjugam proprietários de terra, implodem estações de tratamento e interrompem o abastecimento de regiões inteiras.