PRIMEIRO VOLUME DA DUOLOGIA "A DAMA MAIS...". Três das estrelas
mais brilhantes dos romances de época convidam você para uma festa na
casa de campo do ilustríssimo marquês de Finchley. Hugh Dunne, o
irresistível conde de Briarly, precisa de uma esposa. Para ajudá-lo, sua
irmã convida as mais elegantes damas da sociedade, assim como alguns
cavalheiros, para uma festa em sua propriedade. A reunião inclui a
incrivelmente bela (e dolorosamente tímida) Gwendolyn Passmore, a
sincera e adorável Katherine Peyton e a viúva lady Georgina Sorrell,
além de alguns condes e até um arrojado herói de guerra. Durante o
evento, que promete ser o grande acontecimento da temporada, Hugh terá
tempo suficiente para eleger a dama que mais deseja. A não ser que outro
cavalheiro seja mais rápido. Nesse caso, quem sabe ele acabe
cortejando uma moça que definitivamente não está no mercado
casamenteiro, e que vai exigir uma boa dose de perseverança...
Tudo que Julia Quinn publica, eu leio. Então, com A Dama Mais Desejada, não poderia ser diferente. Mesmo que ela tenha publicado este livro com outras duas autoras (uma que não curti muito e outra que não conhecia), não poderia deixar de ler e passar o romance na frente de MUITOS outros. Afinal, Julia é Julia haha.
O livro começa com Hugh, conde de Briarly, dizendo para sua irmã, lady Finchley, que ele quer se casar para produzir um herdeiro. Carolyn, como toda casamenteira que se preze, logo inventa uma ocasião para que seu irmão consiga uma pretendente, já que o homem só pensa em cavalos e odeia frequentar a sociedade: ela organiza uma semana de eventos em sua casa de campo, e também faz uma lista de possíveis futuras cunhadas, entre elas Gwendolyn Passmore e Katheryne Peyton.
O evento é envolvente, como geralmente acontece em um bom romance, e logo ficamos entretidos com os personagens. Rapidamente, dois casais se formam, e os capítulos referentes a eles são muito bonitinhos, principalmente a história de Katheryne. Mas, para mim, o melhor ficou por último, o final feliz de Hugh.







