Mostrando postagens com marcador Editora Intrínseca. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Editora Intrínseca. Mostrar todas as postagens

O que pretendo ler em 2020 - por Nanda

31 dezembro 2020

Hoje é o último dia do ano! Chegamos vivos e com saúde na virada para 2021, um pouco estropiados, mas sobrevivemos! 

As leituras de 2020 foram menos do que eu gostaria, mas muito boas, tanto que foi difícil decidir as melhores! 

E agora chegou o momento de escolher alguns livros para 2021. Pois é, tarefa talvez tão difícil quanto eleger as melhores leituras deste ano (risos).

Novamente, não decidi quais serão esses livros escolhidos, vou escolher agora no momento de citá-los. Vamos a eles?

Uma sombra do passado, Nora Roberts

Esse livro será leitura conjunta do mês de janeiro, com Fernanda e Rosilene, minhas melhores amigas. A Fernanda já leu e recomendou muito, então sugeriu e nós concordamos, claro. Afinal, começar o ano com leitura de Nora Roberts sempre é uma ótima ideia!

Este ano a primeira leitura também foi dela, o livro Beliissima, mas a experiência não foi muito boa. Ainda assim, não diminuiu minha admiração pela escrita da autora e estou animada para começar a leitura, principalmente porque ganhei de uma cliente o livro físico. Bom demais! 


Amor & Sorte, Jenna Evans Welch

Mais um livro que tenho físico, presente da Anastácia, minha amiga e administradora aqui do blog. Eu também estou animada para começar este livro, porque o primeiro (Amor & Sorte) me agradou bastante. 

Se for parecido com o romance anterior, eu vou ficar bem feliz! 



A viúva silenciosa, Sidney Sheldon

Outro livro que ganhei físico e que foi presente da Naná, este ainda mais especial porque ela me presenteou em mãos quando me visitou, em janeiro de 2019. Sim, já vai fazer dois anos e eu ainda não li, mas que leitor não deixa o livro na estante e fica pirigueteando atrás de outros?

Meu marido leu e não gostou porque ele não curte os livros que a Tillie Bagshawe interferiu após a morte do autor, mas eu estou com vontade de ler e acho que vou curtir muito! 


Ligeiramente maliciosos, Mary Balogh

Eu leio tudo o que a Mary escreve, isso é um fato! Porém, apesar de já estar quase terminando O Clube dos Sobreviventes, só não li o que ainda não foi lançado, demorei muito tempo para começar Os Bedwyns, série já completa da autora.

Li o primeiro e gostei muito, então coloquei o segundo (e os outros) na lista de leitura para 2021. São romances de época muito bons, que eu recomendo muito! 


Quando você voltar, Kristin Hannah

A Kristin é minha autora favorita, junto com Lucinda Riley, Nora Roberts, Julia Quinn e Lisa Kleypas. Aliás, minha última leitura do ano será dela, estou lendo As coisas que fazemos por amor, e estou adorando, apesar de ser uma história com protagonistas sofridas, com muita bagagem emocional.

Não sei do que se trata Quando você voltar, mas sei que vou me encantar pela leitura logo nas primeiras páginas e que o romance vai mexer com meu psicológico, como todos os livros dela.


Como foram cinco melhores livros de 2020 (mais ou menos), vou me restringir a cinco livros na lista de leitura para 2021. Claro que fora esses eu pretendo ler muitos outros, seja como lazer ou como revisora literária, mas vou inserindo uns e postergando outros, como sempre acontece conosco.

Lançamentos vêm aí para aumentar nossa lista de leitura, o tempo é cada vez mais curto, mas o hábito de leitura é permanente, isso não tem como negar! 

Então é isso, fico por aqui e desejo a você um ano cheio de bênçãos e saúde, e que Deus esteja sempre com você e sua família. Até mais! 

Resenha: Pax

09 maio 2019
Peter e sua raposa são inseparáveis desde que ele a resgatou, órfã, ainda filhote. Um dia, o inimaginável acontece: o pai do menino vai servir na guerra, e o obriga a devolver Pax à natureza. Ao chegar à distante casa do avô, onde passará a morar, Peter reconhece que não está onde deveria: seu verdadeiro lugar é ao lado de Pax. Movido por amor, lealdade e culpa, ele parte em uma jornada solitária de quase quinhentos quilômetros para reencontrar sua raposa, apesar da guerra que se aproxima. Enquanto isso, mesmo sem desistir de esperar por seu menino, Pax embarca em suas próprias aventuras e descobertas. Alternando perspectivas para mostrar os caminhos paralelos dos dois personagens centrais, Pax expõe o desenvolvimento do menino em sua tentativa de enfrentar a ferocidade herdada pelo pai, enquanto a raposa, domesticada, segue o caminho contrário, de explorar sua natureza selvagem. Um romance atemporal e para todas as idades, que aborda relações familiares, a relação do homem com o ambiente e os perigos que carregamos dentro de nós mesmos. Pax emociona o leitor desde a primeira página. Um mundo repleto de sentimentos em que natureza e humanidade se encontram numa história que celebra a lealdade e o amor.

A sinopse deste livro foi bastante completa, praticamente uma resenha. Ainda bem que não a li, porque ela conta muitas coisas que eu descobri pela leitura, e acredito que me incomodaria saber delas antes disso. 

Desde já eu digo que é um livro excelente, mas que me incomodou pelo final. É uma linda história, de amadurecimento, de descobertas, mas o fim não aconteceu como eu queria. Como disse, fiquei bastante incomodada com ele, tanto que conversei com meu marido, senti a necessidade de desabafar com ele sobre o assunto.

Resenha: Nada Mais a Perder

31 janeiro 2019
Na juventude, Henri Lachapelle foi um cavaleiro de raro talento, entre os poucos admitidos na academia de elite do hipismo francês, o Le Cadre Noir. Contudo, reviravoltas da vida o levaram da França a Londres, onde ele agora vive em um simples conjunto habitacional. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, aos trancos e barrancos Henri ensina a neta, Sarah, a montar o cavalo Boo, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor e mais digna para todos. Mas um grande golpe muda mais uma vez os planos de Henri Lachapelle, e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para, além de sobreviver, cuidar de Boo e manter os treinamentos. Natasha é uma advogada especializada em representar crianças e adolescentes envolvidos com crimes ou em situação de risco. Abalada emocionalmente e em dúvidas quanto a seu futuro profissional depois de um caso terrível, Natasha ainda tem de lidar com as feridas do fim de seu casamento. Um fim, diga-se de passagem, bem inusitado, já que ela se vê forçada a morar com o charmoso futuro ex-marido enquanto esperam a venda da casa da família. Quando Sarah cruza o caminho de Natasha, a advogada vê na menina a oportunidade de colocar a vida de volta nos trilhos e decide abrigar a adolescente sob o próprio teto. O que ela não sabe é que Sarah guarda um grande segredo que lhes trará sérias consequências.

Eu tive duas experiências com as obras de Jojo Moyes. Na primeira, Como Eu Era Antes de Você, quase morri junto com o Will (risos). Então, eu estava com um pé bem atrás com a autora, porque não curto muito histórias tristes, que podem me fazer chorar. Sou durona, a não ser que matem o cachorro! Depois, amei Um Mais Um, história superdivertida que indico a vários amigos. 

Sendo assim, eu precisava ler mais Jojo para desempatar. Já li Depois de Você, mas neste livro a autora não me disse muito a que veio, e ainda falta ler Ainda Sou Eu, então prefiro me referir a apenas duas experiências, uma muito triste e outra muito alegre. Nada Mais a Perder, então, teve a sua vez.

Se você leu minha resenha da semana passada, sabe que não fiquei muito feliz com a leitura (Delícia, Delícia). Eu precisava de um livro muito bom, que me animasse, e eu me assustei com a monotonia inicial de Nada Mais a Perder. Não abandonei porque a história não era tão ruim assim para isso, mas também não me dava vontade de continuar. 

Aí, eu resolvi ler a sinopse e descobri que Sarah e Natasha iriam se conhecer, e a garota iria morar na casa de Tash. Fiquei curiosa, e realmente dali em diante melhorou um pouco. Esclarecimentos feitos, agora vou contar um pouco da história para vocês.

Resenha: Amor & Gelato

25 julho 2018

Depois da morte da mãe, Lina fica com a missão de realizar um último pedido: ir até a Itália para conhecer o pai. Do dia para a noite, ela se vê na famosa paisagem da Toscana, morando em uma casa localizada no mesmo terreno de um cemitério memorial de soldados americanos da Segunda Guerra Mundial, com um homem que nunca tinha ouvido falar. Apesar das belezas arquitetônicas, da história da cidade e das comidas maravilhosas, o que Lina mais quer é ir embora correndo dali. Mas as coisas começam a mudar quando ela recebe um antigo diário da mãe. Nele, a menina embarca em uma misteriosa história de amor, que pode explicar suas próprias origens. No meio desse turbilhão de emoções, Lina ainda conhece Ren e Thomas, dois meninos lindos que vão mexer ainda mais com seu coração.Uma trajetória que fará Lina descobrir o amor, a si mesma e também aprender a lidar com a perda. Amor & Gelato é uma deliciosa viagem pelos mais românticos pontos turísticos italianos, com direito a tudo de mais intenso que o lugar tem a oferecer: desde paixões até corações partidos.

Em primeiro lugar, eu quero dizer que este livro é uma delícia! Talvez não tanto quanto seja um gelato, já que eu não sei o sabor, mas ele é maravilhoso! Sabe aqueles livros que você lê em uma tarde? Esse é desses!

O romance foi indicação da minha amiga Fabiély, do grupo de leitura Espresso das Três, do qual tenho a honra de fazer parte. Eu provavelmente o leria de qualquer forma, porque estava interessada, mas a sugestão dela foi o empurrãozinho que faltava. Muito obrigada! 

Então vamos a ele. A mãe de Lina faleceu de câncer no pâncreas, não muito tempo depois de a doença ser descoberta. Ah, Nanda, que triste, mas fatalidades acontecem. Só que Lina (Carolina, mas ela não gosta que a chamem assim) tem apenas 16 anos e a mãe era praticamente tudo na vida dela. A relação com a avó não é muito boa, eu presumo, porque a avó quase não aparece e Lina vai morar na casa da melhor amiga depois do falecimento da Hadley. Só que ela não fica muito tempo na casa da Addie, porque logo ela vai pra Itália, conforme o desejo da mãe, morar com o melhor amigo do início da vida adulta da falecida. 


Resenha: Os 27 Crushes de Molly

04 julho 2018
Molly já viveu muitas paixões, mas só dentro de sua cabeça. E foi assim que, aos dezessete anos, a menina acumulou vinte e seis crushes. Embora sua irmã gêmea, Cassie, viva dizendo que ela precisa ser mais corajosa, Molly não consegue suportar a possibilidade de levar um fora. Então age com muito cuidado. Como ela diz, garotas gordas sempre têm que ser cautelosas. Tudo muda quando Cassie começa a namorar Mina, e Molly pela primeira vez tem que lidar com uma solidão implacável e sentimentos muito conflitantes. Por sorte, um dos melhores amigos de Mina é um garoto hipster, fofo e lindo, o vigésimo sétimo crush perfeito e talvez até um futuro namorado. Se Molly finalmente se arriscar e se envolver com ele, pode dar seu primeiro beijo e ainda se reaproximar da irmã. Só tem um problema, que atende pelo nome de Reid Wertheim, o garoto com quem Molly trabalha. Ele é meio esquisito. Ele gosta de Tolkien. Ele vai a feiras medievais. Ele usa tênis brancos ridículos. Molly jamais, em hipótese alguma, se apaixonaria por ele. Certo? Em Os 27 Crushes de Molly, a perspicácia, a delicadeza e o senso de humor de Becky Albertalli nos conquistam mais uma vez, em uma história sobre amizade, amadurecimento e, claro, aquele friozinho na barriga que só um crush pode provocar.

Se você procura um romance leve e divertido, leia Os 27 Crushes de Molly. Este livro foi indicado pela querida amiga Fernanda Hahne, para quem pedi algumas indicações de livros para minha sobrinha de 13 anos. Esta foi uma das suas recomendações, então aproveitei e adquiri para mim também. Apesar de ser um livro do universo adolescente, recomendo o romance para todas as idades, porque você vai relembrar desta fase pela qual passou, dos seus dramas, das suas conquistas, etc.

Molly é gêmea de Cassie. As duas possuem vidas pra lá de modernas: são filhas de inseminação artificial, pois possuem duas mães. Por conta disso, são bem diferentes na aparência. Mas elas também se diferem em outra coisa: Molly nunca sequer beijou, enquanto Cassie é bem resolvida: gosta de meninas e já teve algumas experiências de beijos e sexo. 

Apesar de suas diferenças, Molly e sua gêmea se dão muito bem. Até que Cassie arruma uma namorada (com a ajuda de Molly). Ela nunca havia namorado, e a partir de então Cassie passa a ter Mina como sua confidente, deixando de fazer isso com sua irmã. A solução perfeita seria Molly namorar o amigo de Mina, Will, aí todos fariam parte do mesmo grupo e as irmãs não se distanciariam mais. 

Só que Molly, como eu disse, nunca sequer beijou. Ela teve 26 crushes em sua cabeça, meninos que passaram algum tempo em sua vida, mas provavelmente nem imaginavam o interesse da adolescente por eles.

Eu nunca tentei. Nem com os que vieram falar comigo ou me deram uma brecha. Então talvez eu devesse deixar meu coração se partir, só para provar que ele pode aguentar o tranco. Ou, no mínimo, preciso parar de ser tão cautelosa. 

Enquanto sua vida segue com seus problemas, Molly vai ao trabalho. Seus chefes são bem modernos, tatuados, e eles tem um filho chamado Reid. O menino é estranho, segundo Molly, mas é um fofo e a trata muito bem. Poderia ser o 27º crush de Molly se não existisse Will em sua vida.


É engraçado. Algumas horas atrás, eu estava obcecada pelo Reid. Talvez obcecada não seja a palavra certa. Mas encontrá-lo por acaso fez alguma coisa com meus batimentos cardíacos. Quando achei que ele fosse me abraçar, quase surtei. Acho que ele não é só um colega de trabalho, foi promovido a crush. Mas, então, tem o Will. É difícil saber como interpretar essa situação. Eu sempre fui monogâmica com meus crushes, mas agora estou bem confusa. Quando fecho os olhos, é fácil imaginar Will ao meu lado. Os olhos azuis intensos e o cabelo ruivo desgrenhado, ambos brilhando ao pôr do sol. Namorar Will seria como um cinto de segurança fazendo um clique ao ser fechado. Tudo em seu devido lugar. Mina e Cassie. Will e eu. Mas o estranho é que minha mente fica voltando para os olhos castanhos e tênis brancos idiotas.
Eu não me lembro de ter colocado uma citação tão gigante como essa, em meus cinco anos de resenhista, mas eu precisava fazer isso para você entender o que se passava no coraçãozinho de nossa querida Molly. 

A notícia boa é que você vai ler neste romance as seguintes frases: 

Acho que isso significa que tenho um namorado. Sou a Molly que tem um namorado.

Portanto, leia Os 27 Crushes de Molly para descobrir o felizardo, e leia sobre homofobia, virgindade, amizades, escolhas e consequências, tudo o que cerca a vida de quem está perto de se tornar adulto. É uma história linda!

                                                               

Ficha técnica: 
Autor: Becky Albertalli
Editora: Intrínseca
Ano: 2017
Páginas: 320


Lançamento: Piano Vermelho De Josh Malerman

10 junho 2017
Oi pessoal!
Hoje trago mais um lançamento para vocês. Piano Vermelho é mais um livro do autor de Caixa de Pássaros.


O novo thriller do autor do best-seller Caixa de pássaros. Ex-ícones da cena musical de Detroit, os Danes estão mergulhados no ostracismo. Sem emplacar nenhum novo hit, eles trabalham trancados em estúdio produzindo outras bandas, enchendo a cara e se dedicando com reverência à criação — ou, no caso, à ausência dela. Uma rotina interrompida pela visita de um funcionário misterioso do governo dos Estados Unidos, com um convite mais misterioso ainda: uma viagem a um deserto na África para investigar a origem de um som desconhecido que carrega em suas ondas um enorme poder de destruição. Liderados pelo pianista Philip Tonka, os Danes se juntam a um pelotão insólito em uma jornada pelas entranhas mortais do deserto. A viagem, assustadora e cheia de enigmas, leva Tonka para o centro de uma intrincada conspiração. Seis meses depois, em um hospital, a enfermeira Ellen cuida de um paciente que se recupera de um acidente quase fatal. Sobreviver depois de tantas lesões parecia impossível, mas o homem resistiu. As circunstâncias do ocorrido ainda não foram esclarecidas e organismo dele está se curando em uma velocidade inexplicável. O paciente é Philip Tonka, e os meses que o separam do deserto e tudo o que lá aconteceu de nada serviram para dissipar seu medo e sua agonia. Onde foram parar seus companheiros? O que é verdade e o que é mentira? Ele precisa escapar para descobrir. Com uma narrativa tensa e surpreendente, Josh Malerman combina em Piano Vermelho o comum e o inusitado numa escalada de acontecimentos que se desdobra nas mais improváveis direções sem jamais deixar de proporcionar aquilo pelo qual o leitor mais espera: o medo.

Magnus Chase está de volta

11 outubro 2016
Pessoal a Intríseca liberou a capa e a sinopse do próximo livro da série Magnus Chase e os Deuses de Asgard.

Aqui no Rio terá um evento de lançamento organizado por fãs da série e pela editora na livraria Cultura no próximo sábado, link do evento AQUI.

Sinopse: Em A Espada do Verão, primeiro livro da série, os leitores são apresentados a Magnus Chase, um herói boa-pinta que é a cara do astro de rock Kurt Cobain. Morador de rua, sua vida muda completamente quando ele é morto por um gigante do fogo. Por sorte, na mitologia nórdica os heróis mortos vão parar em Valhala, o paraíso pós-vida dos guerreiros vikings. Lá, Magnus descobre que é filho de Frey, o deus do verão, da fertilidade e da medicina.
Desde então, seis semanas se passaram, e nesse meio-tempo o garoto começou a se acostumar ao dia a dia no Hotel Valhala. Quer dizer, pelo menos o máximo que um ex-morador de rua e ex-mortal poderia se acostumar. Magnus não é tão popular quanto os filhos dos deuses da guerra, como Thor e Tyr, mas fez bons amigos e está treinando para o dia do Juízo Final com os soldados de Odin — tudo segue na mais completa paz sanguinolenta do mundo viking.
Mas Magnus deveria imaginar que não seria assim por muito tempo. O martelo de Thor ainda está desaparecido. E os inimigos do deus do trovão farão de tudo para aproveitar esse momento de fraqueza e invadir o mundo humano.


Livro Novo da Jojo Moyes Chegando

25 agosto 2016
Olá pessoal, os #JojoLovers estão felizes (eu me incluo), a editora Intrínseca divulgou a capa e sinopse do próximo livro da autora. Vamos conferir.

Sinopse: Da autora de Como eu era antes de você, um romance inédito no Brasil.
Na juventude, Henri Lachapelle foi um cavaleiro de raro talento, entre os poucos admitidos na academia de elite do hipismo francês, o Le Cadre Noir. Contudo, reviravoltas da vida o levaram da França a Londres, onde agora vive em um simples conjunto habitacional. Sem nunca abandonar o amor pela antiga carreira, aos trancos e barrancos Henri ensina a neta, Sarah, a montar o cavalo Boo, na esperança de que o talento da dupla seja o passaporte para uma vida melhor e mais digna para todos. Porém, um grande golpe muda mais uma vez os planos de Henri Lachapelle, e Sarah se vê entregue à própria sorte, lutando para, além de sobreviver, cuidar de Boo e manter os treinamentos.
Natasha é uma advogada especializada em representar crianças e adolescentes envolvidos com crimes ou em situação de risco. Abalada emocionalmente e em dúvidas