Posy Montague está prestes a completar 70 anos. Ela ainda vive na Admiral House, a mansão da família onde passou uma infância idílica caçando borboletas com o pai e onde criou os próprios filhos. Porém, a casa está caindo aos pedaços e Posy sabe que chegou a hora de vendê-la. Em meio a essa angustiante decisão, ela precisa lidar com os dois filhos, tão diferentes entre si. Sam é um fracasso nos negócios e, a cada empresa falida, se torna um homem mais amargo. Já Nick, o mais novo, retorna de repente à Inglaterra depois de dez anos morando na Austrália, fugido de uma decepção amorosa. Para completar, Posy reencontra Freddie, seu primeiro amor, que agora deseja explicar por que a abandonou cinquenta anos atrás. Ela reluta em acreditar nessa súbita afeição, percebendo que ele tem um segredo devastador para revelar. Mesclando narrativas do presente e do passado, A sala das borboletas mais uma vez mostra a habilidade de Lucinda para criar uma saga familiar inesquecível.
Lucinda é uma das minhas autoras favoritas, se você me conhece, sabe disso. O que me atraiu em seus romances foram as belíssimas capas, mas depois as histórias em si, que são todas muito envolventes e possuem uma característica que eu adoro: a alternância, entre os capítulos, de passado e presente.
Neste ano, eu estava mais ansiosa para receber a continuação da série As Sete Irmãs (aparentemente falta somente a história de Electra), mas é claro que não deixaria um lançamento de Lucinda passar batido. E pasmem: estamos falando, na minha opinião, do melhor livro da autora, até o momento. E lembre-se de que todas as histórias dela são ótimas, daquelas de você não querer terminar de ler, ou de querer esquecer somente para começar de novo.


















