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Resenha: Ligeiramente Casados

03 setembro 2020

À beira da morte, o capitão Percival Morris fez um último pedido a seu oficial superior: que ele levasse a notícia de seu falecimento à sua irmã e que a protegesse "Custe o que custar!". Quando o honrado coronel lorde Aidan Bedwyn chega ao Solar Ringwood para cumprir sua promessa, encontra uma propriedade próspera, administrada por Eve, uma jovem generosa e independente que não quer a proteção de homem nenhum. Porém, Aidan descobre que, por causa da morte prematura do irmão, Eve perderá sua fortuna e será despejada, junto com todas as pessoas que dependem dela... a menos que cumpra uma condição deixada no testamento do pai: casar-se antes do primeiro aniversário da morte dele, o que acontecerá em quatro dias. Fiel à sua promessa, o lorde propõe um casamento de conveniência para que a jovem mantenha sua herança. Após a cerimônia, ela poderá voltar para sua vida no campo, e ele, para sua carreira militar. Só que o duque de Bewcastle, irmão mais velho do coronel, descobre que Aidan se casou e exige que a nova Bedwyn seja devidamente apresentada à rainha. Então, os poucos dias em que ficariam juntos se transformam em semanas, até que eles começam a imaginar como seria não estarem apenas ligeiramente casados...Neste primeiro livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos apresenta à família que conhece o luxo e o poder tão bem quanto a paixão e a ousadia. São três irmãos e três irmãs que, em busca do amor, beiram o escândalo e seduzem a cada página.

Sou fã de Mary Balogh. Eu a conheci por sua comovente série O Clube dos Sobreviventes, que já está em seu sexto livro publicado no Brasil, mas apenas tinha ouvido falar de Os Bedwyns, coleção já com todos os volumes publicados por aqui. 

Era aquela série que eu sempre quis ler, mas acabava colocando para baixo na lista de leitura, até que Anastácia Cabo, a chefona aqui do blog, me incentivou a ler os livros para resenhá-los. Foi o empurrãozinho que faltava, juntei a fome com a vontade de comer e aqui está a resenha do primeiro livro da coleção.

Resenha: Um Beijo e Nada Mais

13 agosto 2020
Desde que testemunhou a morte do marido durante as Guerras Napoleônicas, Imogen, lady Barclay, se isolou em Hardford Hall, na Cornualha. O novo dono da propriedade ainda não apareceu para reivindicá-la, e ela torce desesperadamente para que ele nunca venha acabar com sua frágil paz. 
Percival Hayes, o novo conde de Hardford, não tem nenhum interesse na região distante da Cornualha, tanto que, desde que recebeu o título, nunca quis conhecer o lugar. Mas em seu aniversário de 30 anos ele está tão entediado que decide impulsivamente fazer uma visita às suas terras. Ao chegar lá, fica chocado ao descobrir que Hardford não é o monte de ruínas que imaginou. Fica perplexo também ao constatar que a viúva do filho de seu predecessor é a mulher mais linda que já viu. Em pouco tempo, Imogen desperta em Percy uma paixão que ele jamais pensou ser capaz de sentir. Mas será que ele conseguirá resgatá-la da infelicidade e convencê-la a voltar à vida?

Em cada livro da série O Clube dos Sobreviventes nós conhecemos um pouco mais sobre cada personagem desse grupo, mas podemos vislumbrar todos eles desde o primeiro livro. Sendo assim, eu estava ansiosa para conhecer a história da única mulher entre os sete, a Imogen.

Resenha: Uma Promessa e Nada Mais

23 abril 2020

QUINTO VOLUME DA SÉRIE CLUBE DOS SOBREVIVENTES. Mary Balogh já vendeu mais de 160 mil exemplares pela Arqueiro e é presença constante na lista de mais vendidos do The New York Times. Ralph Stockwood sempre se orgulhou de ser um líder nato. Mas, quando convenceu os amigos a lutarem com ele nas Guerras Napoleônicas, nunca imaginou que seria o único sobrevivente. Mesmo atormentado pela culpa, Ralph precisa seguir em frente, arranjar uma esposa e garantir um herdeiro para seu título e sua fortuna. Desde que a participação de Chloe Muirhead na temporada de Londres terminou de forma desastrosa, ela aceitou a possibilidade de ser, para sempre, uma solteirona. Para escapar da própria família, a moça se refugia na casa da madrinha de sua mãe. Lá, conhece Ralph. Ele precisa de uma esposa. Ela não acharia ruim encontrar um marido. Então Chloe sugere que os dois se casem, por conveniência. A condição é uma só: Ralph precisa prometer que nunca a levará de volta a Londres. Mas, de uma hora para outra, as circunstâncias mudam. E logo fica claro que, para Ralph, o acordo foi apenas uma promessa e nada mais...

Se você acompanha minhas resenhas, sabe que adoro a série Clube dos Sobreviventes. Sendo assim, quando o quinto volume foi lançado e chegou até mim, somente terminei minha leitura anterior e já comecei a lê-lo. E quero mais! 

Mary Balogh não deixou a desejar, conforme o previsto. Ela tem criado personagens fortes, sobreviventes de um mundo cruel, mas muito resistentes, características não somente restritas aos homens, mas a seus futuros pares. 

Resenha: Uma Paixão e Nada Mais

29 agosto 2019
Ao voltar para casa depois das Guerras Napoleônicas, Flavian, o visconde de Ponsonby, ficou arrasado ao ser abandonado pela noiva. Agora a mulher que partiu seu coração está de volta, e todos estão ansiosos para que eles reatem o noivado. Exceto Flavian, que, em pânico, corre para os braços de uma jovem sensível e encantadora. Apesar de ter sido casada por quase cinco anos, a viúva Agnes Keeping nunca se apaixonou, nem quer se apaixonar. Aos 26 anos, ela prefere manter o controle de suas emoções e de sua vida. Porém, ao conhecer o carismático Flavian, fica tão arrebatada que acaba aceitando seu impetuoso pedido de casamento. Quando descobre que Flavian pediu sua mão apenas para se vingar da antiga paixão, Agnes decide fugir. Mas Flavian não tem a menor intenção de deixar a esposa partir, principalmente após descobrir que, para sua própria surpresa, está completamente apaixonado por ela.

O Clube dos Sobreviventes é um série que está apresentando excelentes volumes, em minha opinião. O primeiro deixou um pouco a desejar, tanto que quase não quis ler as continuações, aí o segundo me arrebata e se torna o meu preferido. Até hoje considero o melhor, seguido pelo terceiro e quarto, voltando ao primeiro. 

São livros muito envolventes, e até mesmo o que iniciou a série e eu disse que deixou um pouco a desejar, ainda é bom. Primeiramente nos mostram dramas, depois a união e superação de personagens, inclusive do outro protagonista. Ou seja, apesar de um membro do Clube possuir problemas para seguir em frente com sua vida, a outra parte  do casal também está na mesma situação. 

As feridas do pessoal do Clube podem ser físicas, mas normalmente são mais emocionais, e esta é a característica encontrada também nos respectivos pares. Como  você percebeu, é algo que está se repetindo com o passar da série, e nem por isso deixa de ser excelente. É um ótimo clichê, e quem não gosta de um?

Resenha: O Pretendente

04 julho 2019
Se as circunstâncias fossem diferentes, Philippa Dean ficaria feliz em se unir ao visconde Darleigh. Não há dúvida de que ele é um cavalheiro perfeito e reúne tudo o que os pais dela desejam: tem um título, é lindo e respeitável. O fato de ter perdido a visão apenas reforça seu poder e sua força. Mas Philippa não o ama. Seu coração já foi conquistado e só há uma decisão sensata a tomar: frustrar os planos de casamento com o visconde. Julian Crabbe está desesperado para salvar a mulher por quem se apaixonou dois anos atrás. Na época ele era um jovenzinho inconsequente e merecia o desprezo dos pais de Philippa. Mas agora tem todos os predicados de um pretendente adequado e está determinado a provar isso antes que seja tarde demais. Invadir a festa na propriedade do visconde? Ótimo. Impedir que o casal mais aguardado da temporada fique junto? Com certeza! Porque o amor não pode mais esperar.

No final do livro 3 da série Clube dos Sobreviventes, que resenhei na semana passada, temos uma introdução ao conto O Pretendente, que foi lançado como 1,5. Ou seja, entre a história que iniciou a coleção e a de Sebastian. 

Um dos personagens diz que provavelmente tinha algo na água da casa onde eles se hospedaram, porque em um ano houve quatro casamentos. Isto é, de três sobreviventes e de Julian, sobrinho do anfitrião.

Resenha: Uma Loucura e Nada Mais

27 junho 2019
TERCEIRO VOLUME DA SÉRIE CLUBE DOS SOBREVIVENTES. Depois de sobreviver às guerras napoleônicas, Sir Benedict Harper está lutando para seguir em frente e retomar as rédeas de sua vida. O que ele nunca imaginou era que essa esperança viesse na forma de uma bela mulher, que também já teve sua parcela de sofrimento. Após a morte do marido, Samantha McKay está à mercê dos sogros opressores, até que planeja uma fuga para o distante País de Gales para reivindicar uma casa que herdou. Como o cavalheiro que é, Ben insiste em acompanhá-la em sua jornada. Ben deseja Samantha tanto quanto ela o deseja, mas tenta ser prudente. Afinal, o que uma alma ferida pode oferecer a uma mulher? Já Samantha está disposta a ir aonde o destino a levar, a deixar para trás o convívio com a alta sociedade e até mesmo a propriedade que é sua por direito, por esse belo e honrado soldado. Mas será que, além de seu corpo, ela terá coragem de oferecer também seu coração ferido a ele? As respostas a todas as perguntas talvez estejam em um lugar improvável: nos braços um do outro.

Eu suponho ter contado a vocês que não gostei muito do primeiro volume da série, e que continuei a lê-la como mais uma chance que dei, do que por vontade de conhecer os outros volumes. Afinal, eu acreditava que a série teria, pelo menos, sete livros, já que são sete sobreviventes, então, teoricamente, cada um teria sua chance de final feliz. E para ler tantos livros, deveria ser uma excelente história, não é mesmo?

Sorte minha que tomei essa atitude, porque o segundo livro já me deixou esperando  ansiosamente pelo terceiro. E agora, estou aguardando o quarto volume com o mesmo fervor (risos). Sorte minha também que junto com o terceiro volume vem um conto, que é a história de Julian, sobrinho do protagonista do primeiro livro. Assim, pude matar as saudades da série logo depois de encerrar o volume que hoje resenho.

Resenha: Um Acordo e nada mais

12 setembro 2018
Embora Vincent, o visconde Darleigh, tenha ficado cego no campo de batalha, está farto da interferência da mãe e das irmãs em sua vida. Por isso, quando elas o pressionam a se casar e, sem consultá-lo, lhe arranjam uma candidata a noiva, ele se sente vítima de uma emboscada e foge para o campo com a ajuda de seu criado. No entanto, logo se vê vítima de outra armadilha conjugal. Por sorte, é salvo por uma jovem desconhecida. Quando a Srta. Sophia Fry intervém em nome dele e é expulsa de casa pelos tios sem um tostão para viver, Vincent é obrigado a agir. Ele pode estar cego, mas consegue ver uma solução para os dois problemas: casamento. Aos poucos, a amizade e o companheirismo dos dois dão lugar a uma doce sedução, e o que era apenas um acordo frio se transforma em um fogo capaz de consumi-los. No segundo volume da série Clube dos Sobreviventes, você vai descobrir se um casamento nascido do desespero pode levar duas pessoas a encontrarem o amor de sua vida.

Primeiramente eu gostaria de fazer uma introdução sobre a série Clube dos Sobreviventes. O primeiro livro, Uma Proposta e Nada Mais, foi bom, mas nem perto do segundo livro, este que resenho. Eu li Um Acordo e Nada Mais em três dias, isso que não tive muito tempo. Se tivesse, leria em um dia só. E como eu não leio sinopses, fiquei bastante surpresa com informações que descobri ao longo do romance. 

Eu lembro de Vincent, do livro anterior, mas nem tinha certeza se ele era o cego. E fiquei bastante surpresa porque Sophia foi expulsa após uma boa ação, mas que foi contra os objetivos de seus tios, que a acolheram, mas a tratavam menos do que uma criada, fornecendo pouca comida e apenas trapos para vestir. Mas vou começar do início, que é melhor.

Resenha: Uma proposta e nada mais, @editoraarqueiro

21 março 2018
Primeiro livro da série Clube dos Sobreviventes, Uma Proposta e Nada Mais é uma história intensa e cativante sobre segundas chances e sobre a perseverança do amor. Após ter tido sua cota de sofrimentos na vida, a jovem viúva Gwendoline, lady Muir, estava mais que satisfeita com sua rotina tranquila, e sempre resistiu a se casar novamente. Agora, porém, passou a se sentir solitária e inquieta, e considera a ideia de arranjar um marido calmo, refinado e que não espere muito dela. Ao conhecer Hugo Emes, o lorde Trentham, logo vê que ele não é nada disso. Grosseirão e carrancudo, Hugo é um cavalheiro apenas no nome: ganhou seu título em reconhecimento a feitos na guerra. Após a morte do pai, um rico negociante, ele se vê responsável pelo bem-estar da madrasta e da meia-irmã, e decide arranjar uma esposa para tornar essa nova fase menos penosa. Hugo a princípio não quer cortejar Gwen, pois a julga uma típica aristocrata mimada. Mas logo se torna incapaz de resistir a seu jeito inocente e sincero, sua risada contagiante, seu rosto adorável. Ela, por sua vez, começa a experimentar com ele sensações que jamais imaginava sentir novamente. E a cada beijo e cada carícia, Hugo a conquista mais – com seu desejo, seu amor e a promessa de fazê-la feliz para sempre.

Eu nunca havia lido um livro de Mary Balogh e sempre achei que começaria por seus bem conhecidos Os Bedwyns. Porém, desde antes do lançamento de Uma proposta e nada mais, suas expectativas no mundo literário eram altas, então eu não pude deixar de lê-lo, quando surgiu a oportunidade.

SUPERAÇÃO. Esta é a palavra que resume este romance. Afinal, Trentham faz parte do Clube dos Sobreviventes, um grupo de seis homens e uma mulher, que sofreram traumas com a guerra - físicos e principalmente psicológicos. Gwen não faz parte do Clube, pelo menos não oficialmente, mas ela também tem a sua cota de sofrimentos do passado, relativos ao seu antigo casamento (ela é viúva e perdeu um filho ainda na gestação). 

Mais um pecaminoso de Balogh na Arqueiro.

23 setembro 2016

Eu me pergunto por que ainda não li essa série, e honestamente não sei, rsrsrs. A cada lançamento eu falo dessa vez vai, preciso me redimir, porque afinal a Série Bedwyns é uma delicinha não é?

O 5 ° livro Ligeiramente Pecaminosos já se encontra em pré venda para a alegria doa fãs de Mary Balogh, lançado pela Editora Arqueiro.

Sinopse:
Em meio à Batalha de Waterloo, lorde Alleyne Bedwyn é ferido e dado como morto pela família. Ao acordar, ele se vê no quarto de um bordel sem lembrar quem é ou como foi parar ali. Sua única certeza é que deseja conquistar o coração do anjo que cuida dele todo dia.
Contudo, assim como ele, Rachel York não é quem parece. Depois de enfrentar uma situação difícil, que a levou a viver numa casa de pecados, agora a bela e inteligente jovem precisa recuperar seu dinheiro e as economias das amigas prostitutas, roubados por um falso clérigo. E o belo soldado de quem vem cuidando parece perfeito para se passar por seu marido e ajudá-la em seus planos.
Porém, apesar de ter perdido a memória, Alleyne não perdeu nada de sua sedução. De volta a Londres, os dois se envolvem em um escândalo pecaminoso e, a cada beijo, esquecem que seu relacionamento é apenas uma farsa e ficam mais perto de se entregar à paixão.

Neste quinto livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh apresenta um romance repleto de humor, com personagens carismáticos que o leitor não conseguirá abandonar ao fim da história.

Um grande beijo e Até loguinho!


Ligeiramente Seduzidos, @editoraarqueiro

30 julho 2016
Sinopse: Jovem, estonteante e nascida em berço de ouro. É apenas isso que Gervase ­Ashford, o conde de Rosthorn, enxerga em Morgan Bedwyn quando a conhece, num dos bailes da alta sociedade inglesa em Bruxelas.
Em circunstâncias normais, ele não olharia para ela duas vezes - prefere mulheres mais velhas e experientes. Porém, ao saber que Morgan é irmã de ­Wulfric ­Bedwyn, a quem Gervase culpa pelos nove anos que passou longe da Inglaterra, decide que ela é o instrumento perfeito para satisfazer seu desejo de vingança.
Mas Morgan, apesar de jovem e inocente, também é independente e voluntariosa e, assim que entende as intenções do conde, se prepara para virar o jogo e deixar claro que não se deixará manipular por ninguém.
Em Ligeiramente Seduzidos, quarto livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos brinda com mais uma história fascinante. Em uma trama repleta de traição e vingança, escândalo e sedução, ela mostra que o caminho para o amor pode ser difícil, mas que a recompensa faz cada passo valer a pena.

Olá pessoas, hoje vamos falar do quarto livro da série dos Bedwyns, ligeiramente Seduzidos. Esse livro nos conta a história de Morgan, a irmã mais nova da família. Apesar de seus dezoito aninhos, Morgan é uma mulher forte e decidida e não gosta de ser tratada com cuidados e melindres, já observamos alguns de seus “momentos” nos livros anteriores. Aqui estamos em plena segunda guerra, e o que Morgan mais quer é saber como estão as coisas, o que de fato está acontecendo, mas ninguém quer que ela canse sua cabecinha com esses assuntos e isso a tira do sério.

Gervase, hoje lorde de Rosthorn, foi banido da Inglaterra há oito anos e nunca mais retornou. Ele ainda guardava em seu coração todo o ódio pelos que o fizeram ter que abandonar seu lar, e no topo da lista estava o Duque de Bewcastle, Wullfric Bedwyn. Ao chegar na festa e saber que aquela jovem e bonita moça era a irmã mais nova do homem que mais odiava, ele traçou um plano de vingança que deixaria o duque com o nome na lama, nem que para isso tivesse que arrastar a inocente Morgan.

“Aquele sorriso guardava toda a luz do sol, todo o calor de um dia de verão, e Gervase percebeu que a moça estava fazendo o jogo dele – ou o que achava que fosse o jogo dele. Lady Morgan era muito mais interessante do que ele imaginara. Talvez até mesmo provasse ser uma oponente de valor. Ele esperava que sim.”

Ele faz de tudo para se aproximar de Lady Morgan, depois que enfim consegue ser apresentado a moça, flerta com ela descaradamente. Depois disso resolve dar um gelo achando que ela ficará encantada com seu interesse, mas qual foi sua surpresa ao ver que isso não aconteceu. Então para continuar dando asas ao seu plano ele decide fazer um piquenique extravagante a luz do luar para impressionar toda a sociedade presente em Bruxelas e a própria Lady Morgan. Nesse evento ele começa seu golpe e já deixa uma manchinha na reputação da moça de família.

“Era uma dança sensual, que tinha a intenção de prender a atenção do homem na mulher e vice-versa. Tinha sido criada para evocar pensamentos em outro tipo de dança, ainda mais íntima.”