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Resenha: Desaparecido Para Sempre

28 fevereiro 2019
No leito de morte, a mãe de Will Klein lhe faz uma revelação: seu irmão mais velho, Ken, desaparecido há 11 anos e acusado do assassinato de sua vizinha Julie Miller, estaria vivo. Embora a polícia o considere um fugitivo, a família sempre acreditou em sua inocência. Ainda aturdido por essa descoberta e tentando entender o que realmente aconteceu com seu irmão, Will se depara com outro mistério: Sheila, seu grande amor, some de repente, e o FBI suspeita do envolvimento dela no assassinato de dois homens. Apesar de estarem juntos há quase um ano, Sheila nunca revelou muito sobre o seu passado. Enquanto isso, Philip McGuane e John Asselta, dois criminosos que foram amigos de infância de Ken, passam inexplicavelmente a rondar a vida de Will. Para descobrir a verdade por trás desses acontecimentos, ele conta apenas com a ajuda de Squares - seu colega de trabalho em uma fundação de assistência a jovens carentes e proprietário de uma escola de ioga famosa entre as celebridades, o que lhe garante acesso a todo tipo de pessoas e de informações. Mestre do thriller de ação, Harlan Coben se supera nesta eletrizante história cheia de incríveis reviravoltas. Um suspense que mostra a busca pelo assassino, pela vítima e, acima de tudo, pela verdade.

Harlan Coben é o autor favorito da minha amiga Fernanda Hahne, fiel seguidora de minhas resenhas. Então, quando recebo um presente dela, o que eu faço? Leio, é claro, e guardo com muito carinho, pois, além de ser um livro do seu autor favorito, é um belo presente para todo leitor.

Fernanda conhece meu gênero favorito, que é romance, seguido de chick-lit, então ela estava receosa de que eu não fosse gostar do livro. Tem como? Não! A escrita dele é bastante envolvente, a história é muito bem amarrada, e você consegue se imaginar na cena. Já havia lido outros livros do Harlan, e gostei de todos (este acredito que foi o terceiro). Contudo, não dei nota máxima, apesar de fazer uma boa avaliação, e depois eu vou explicar o motivo (perfeitamente justificável, acredito).

Resenha: Matem o Presidente, @editorarecord

05 março 2018
Sinopse: Um plano para matar o presidente e um dilema moral unidos em um thriller explosivo. Aquilo que ninguém acreditava aconteceu... Os Estados Unidos elegeram como presidente um homem instável, machista e demagogo, apoiado por seu implacável estrategista, Crawford McNamara. Quando uma guerra de insultos com o regime da Coreia do Norte foge do controle e leva o presidente a ordenar o lançamento de um ataque nuclear, o que coloca em risco o mundo inteiro, fica claro que alguém precisa agir antes que a humanidade seja reduzida a cinzas. Assim, quando Maggie Costello, uma experiente funcionária de Washington e fiel aos seus princípios — completamente opostos aos do atual presidente —, descobre um plano dentro da própria Casa Branca para matar o presidente dos Estados Unidos, ela se depara com um grande dilema moral: ela deve salvá-lo, deixando o mundo à mercê de um tirano desequilibrado, ou trair seu comandante em chefe e arriscar lançar o país em uma guerra civil?
Hello pessoal, tudo certinho?! Hoje vamos falar desse livro que deu muito buchicho e que simplesmente já começa a nos deixar loucos com o Título!! Matem o Presidente! Aí ainda me colocam essa pistola com as cores da bandeira americana na capa e todos chegamos a mesma conclusão. Só que com Sam Bourne nada é tão óbvio assim, nem o título.

Sim, nesse livro o autor está sim falando da corrida presidencial americana, mas o que nos espanta, pelo menos a mim espantou, é que poderíamos estar falando de qualquer outro país e cairia como uma luva, inclusive se fosse do brasileiro. Mas o foco aqui é como e porque essa ideia se faz necessária.