Resenha: Eros

16 junho 2020
Eros e Priscila se conhecem em uma noite atípica para eles, em um “forró pé de serra” onde nenhum dois voltaria novamente tão cedo. 
Ela havia acabado de retornar de um intercâmbio, estava de mudança para São Paulo e focada apenas em trabalho. Ele estava de passagem na pacata cidade litorânea, onde havia nascido e passado os melhores dias da infância e juventude, antes de se tornar um bem sucedido empresário. Era para ser apenas um final de semana sem importância, mas aqueles dois dias foram suficientes para fazer nascer neles o interesse genuíno. E como o destino adora unir casais da forma mais clichê e inesperada possível, tempos depois eles se reencontram e percebem que, mesmo com toda a bagunça de suas vidas, aquele sentimento da noite no forró ainda permanece com eles. “Um romance sobre o verdadeiro sentir. Aquele que ignora o dinheiro, o poder e a maldade. Aquele que dá paz e nos conecta com nossas emoções mais sublimes”.

O dia dos namorados já passou, mas a dica de um romance fofinho e gostoso, leve e envolvente permanece. Assim é o mais novo livro de Amanda Bonatti, agora no gênero comédia romântica. Conhecida por seus romances de época, Amanda somente nos mostrou que tem talento verdadeiro, e que pode se aventurar com segurança em outros gêneros. 

O que você faria se a sua melhor amiga te convidasse para ir ao forró em uma noite quando você só queria ficar em casa? E se o seu primo te levasse ao mesmo forró para que vocês possam se divertir um pouco em suas pequenas férias? No primeiro caso temos Priscila, e no segundo temos Eros. Foi assim que eles se conheceram, apesar de o forró não ser o local de divertimento favorito dos dois.

Resenha: Amanhã eu paro!

11 junho 2020
Como todo mundo, Julie já fez muitas coisas idiotas na vida. Ela poderia contar sobre a vez que resolveu descer a escada enquanto vestia um suéter e caiu nos degraus, ou quando tentou consertar um plugue ligado na tomada segurando o fio com a boca, ou quem sabe falar de sua fixação pelo novo vizinho que nunca viu: Ricardo Patatras. 
Julie tem o irritante hábito de fazer as maiores loucuras quando está apaixonada. E essa obsessão a leva a prender a mão na caixa de correio do vizinho enquanto espiona uma misteriosa carta... E o pior, ainda é flagrada pelo próprio dono da correspondência. Mas isso não é nada, nada mesmo, se comparado às maluquices que ela vai fazer para se aproximar desse homem e descobrir seu grande segredo. Movida por uma criatividade sem limites, intrigada e atraída por um desconhecido que mora tão perto, Julie assume riscos cada vez mais delirantes, sem perceber que pode cair na própria armadilha. Com mais de 3,5 milhões de livros vendidos, Gilles Legardinier mostra em Amanhã Eu Paro! uma história original e irreverente que com certeza fará o leitor morrer de rir.

Amanhã Eu Paro! estava de graça esses dias na Amazon, cortesia da Arqueiro para os leitores da quarentena. Eu adorei a capa, então li a sinopse (coisa que praticamente nunca faço) e também adorei. Resultado: não só baixei, como coloquei como próxima leitura da vez. E amei!

A Julie é extremamente engraçada e divertida, e totalmente obcecada. Sua vida ia bem (nos parâmetros das pessoas que reclamam do trabalho, mas não saem dele, que tem uma vida mediana, mas estão acostumadas a ela). Tudo ia bem nesse ponto até que um dia, ao chegar no prédio onde mora, Julie percebe um novo morador, ao ler seu nome na caixa de correio que até então estava vazia.

Resenha: Dez coisas que eu amo em você

04 junho 2020
Annabel Winslow está em uma grande enrascada. Ela acabou de chegar a Londres para participar de sua primeira temporada e já chamou a atenção do conde de Newbury, que está atrás de uma mulher que lhe garanta um herdeiro. 
Com seus quadris largos, Annabel parece especialmente fértil, o que faz dela a candidata ideal. O problema é que o conde tem no mínimo 75 anos e ainda por cima é um grosseirão inveterado. Certamente ela não tem nenhuma vontade de se casar com ele, mas sente que não tem escolha. Seu pai morreu há pouco tempo e deixou a família inteira, incluindo os sete irmãos e a mãe de Annabel, praticamente na miséria. Então, durante uma festa, ela conhece Sebastian Grey, o charmoso sobrinho do conde. E de repente se vê cortejada não apenas pelo velho assanhado, mas também pelo irresistível e misterioso jovem. Agora ela precisa decidir entre se casar com um homem que acha repugnante, e com isso garantir o futuro de sua família, e seguir o próprio coração, dando a si mesma a chance de um final feliz.

Julia Quinn produz romances de época como ninguém. Porém, para mim os melhores são aqueles onde há humor misturado ao enredo, e isso ela fez muito bem em Dez Coisas que Eu Amo em Você, último volume da trilogia Os Bevelstokes.

Se você ainda não leu a sinopse, peço que o faça agora. Não promete ser um livro bem divertido? Pois é mesmo, não somente prometeu, mas cumpriu. Afinal, o conde de Newbury é um senhor de bastante idade, grande, obeso e extremamente repugnante. Ele é tão velho que foi o preferido da temporada em que sua avó debutou! 

Resenha: Os Catadores de Conchas

28 maio 2020
Os Catadores de Conchas conta a vida de Penelope: mulher parecida com milhares de outras mulheres. Penelope Keeling é filha de um pintor vitoriano idoso e de uma jovem francesa liberal e independente. E é exatamente a sua vida tão comum e igual a de qualquer mulher que torna este romance tão atraente. Com altos e baixos, Penelope, foi feliz por ter sido uma filha amada, e infeliz por ter se casado com o homem errado. Encontrou mais tarde o verdadeiro amor, mas as tragédias e problemas ocasionados por esse encontro deixaram marcas profundas. Teve três filhos, cada um com seu mundo estruturado, intransponível, com suas desilusões e alegrias. É nesse universo que o leitor vai penetrar, envolvendo-se com uma mulher vigorosa, firme e bela. Ao longo de 600 páginas, o mundo de Penelope arrebatará o leitor de tal maneira, que será impossível não se envolver com o destino da família Keeling.

Hoje é meu aniversário. Por esse motivo, escolhi resenhar Os Catadores de Conchas, um dos melhores livros que li na minha vida. Eu o li há alguns anos, emprestado da biblioteca onde trabalhava, mas resolvi tê-lo no Kindle e também um exemplar físico vindo de troca no Skoob, porque realmente amo este livro. Livrão, aliás! 

Você o encontrará com duas capas: a que li anteriormente é essa abaixo, e agora eu tenho o exemplar da foto acima. 



Na primeira vez que o li, devorei 123 páginas sem sequer levantar os olhos do romance, em um dia de reforma na casa da minha sogra, em um lugar repleto de pessoas. Consegui me concentrar a tal ponto porque o livro é realmente bom! Agora vou falar sobre ele, mas é bem como a sinopse falou. 

Resenha: Teto Para dois

21 maio 2020

Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela. Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado. Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama. Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?

Teto Para Dois talvez seja um dos queridinhos de 2019/20. Afinal, o livro foi muito indicado nos últimos meses, desde o seu lançamento, porque é uma leitura leve, divertida e envolvente. A capa também nos chama a atenção, assim como a sinopse (disse bastante, mas adorei). 

Por esses motivos, furei minha longa lista de leitura e resolvi ler Teto Para Dois, porque as leituras anteriores não estavam me agradando (culpo a pandemia, não os livros). Realmente estava com dificuldade de concentração e precisava urgentemente de uma boa leitura para esquecer os problemas.

E Teto Para Dois cumpriu bem seu papel. Ao ler a sinopse para fazer a resenha, relembrei bons momentos que passei ao conhecer a rotina de Leon e Tiffy. E sim, eu recomendo e sempre indico quando encontro alguém que precisa relaxar com um bom livro.

Resenha: Um Amor de Inverno

14 maio 2020

Pode estar nevando lá fora, mas, em uma cabana de madeira no meio da floresta, as coisas estão definitivamente quentes...A estudante de cinema Kitty Shakespeare está determinada a aproveitar ao máximo seu novo emprego como babá. Pode não ser exatamente a carreira que ela esperava quando mudou de Londres para Los Angeles, mas, graças ao hábito de travar em entrevistas, esta pode ser sua última chance de impressionar um dos maiores produtores de Hollywood ― se ela conseguir cuidar do filho dele direito, certamente o homem vai olhar para ela com mais atenção. Pelo lado positivo, há muita neve na casa da família nas montanhas e ela sempre adorou crianças. Mas Kitty não contava se envolver com a família problemática do chefe, nem se sentir atraída por Adam, o irmão sexy e recluso. Adam Klein pode ser lindo, mas também é bruto e grosseiro e não está pronto para cair de quatro pela babá ― não depois do ano que ele teve. Tudo o que ele quer é se enfiar em sua cabana na floresta e se esconder do irmão que destruiu sua vida. Se ao menos ele conseguisse ignorar a maneira como Kitty faz seu coração disparar... Isso está longe de ser amor à primeira vista ― mas desde quando o caminho para um final feliz digno de cinema acontece sem tropeços? Um Amor de Inverno é mais um romance de aquecer o coração da série As Irmãs Shakespeare. Quatro irmãs, quatro histórias... quatro maneiras de encontrar o amor verdadeiro.

Inverno é a minha estação favorita. E essa capa não é linda demais? Sendo assim, as expectativas de leitura de Um Amor de Inverno foram mais altas do que de Um Verão na Itália, que resenhei na semana passada, porque agora eu sabia que provavelmente era uma história mais quente do que fofa. 

Resenha: Um verão na Itália

07 maio 2020

Férias de verão gratuitas em uma bela Villa na Itália. A condição? Dividir a casa com seu maior inimigo... O primeiro volume da série As irmãs Shakespeare. Cesca Shakespeare chegou ao fundo do poço. Depois de escrever uma peça de teatro premiada que acabou em desastre, o bloqueio criativo se instalou, sem previsão de ir embora. Seis anos mais tarde, ela acabou de perder mais um emprego pavoroso e está prestes a ser despejada de seu apartamento. Pior ainda, suas irmãs não fazem ideia de como sua vida vai mal. Assim, quando seu padrinho lhe arruma uma temporada de verão em uma bela villa italiana, sem ter de pagar nada por isso, Cesca concorda, meio a contragosto, em ir para lá e tentar escrever uma nova peça. Isto é, antes de descobrir que a casa pertence a seu arqui-inimigo, Sam Carlton. Tendo acabado de ver seu nome em todas as manchetes pelas razões erradas ― mais uma vez ―, o galã de Hollywood Sam Carlton precisa de um lugar para se esconder. Que opção melhor do que a linda villa desocupada de sua família à beira do Lago Como? Só que, quando ele chega, descobre que a casa não está tão desocupada quanto ele esperava. Ao longo do quente verão italiano, Cesca e Sam terão de confrontar o passado. E o que começa como uma hesitante amizade rapidamente se torna uma atração intensa ― e depois uma aventura ardente. Uma coisa é certa: este será um verão abrasador... Esta é a nova e deliciosa série da autora best-seller Carrie Elks. Você vai conhecer a família Shakespeare: quatro irmãs, quatro histórias... quatro maneiras de encontrar o amor verdadeiro.

Tá vendo por que eu não leio sinopses? Essa é uma resenha em miniatura! E pior que essa eu li. Devido ao isolamento social, furei minha lista de leitura porque procurei um livro leve, um romance fofinho.....e achava que encontraria isso em Um Verão na Itália, por conta da sua sinopse e capa.