Eles dividem um apartamento com uma cama só. Ele dorme de dia, ela, à noite. Os dois nunca se encontraram, mas estão prestes a descobrir que, para se sentir em casa, às vezes é preciso jogar as regras pela janela. Três meses após o término do seu relacionamento, Tiffy finalmente sai do apartamento do ex-namorado. Agora ela precisa para ontem de um lugar barato para morar. Contrariando os amigos, ela topa um acordo bastante inusitado. Leon está enrolado com questões financeiras e tem uma ideia pouco convencional para arranjar dinheiro rápido: sublocar seu apartamento, onde fica apenas no período da manhã e da tarde nos dias úteis, já que passa os finais de semana com a namorada e trabalha como enfermeiro no turno da noite. Só que tem um detalhe importante: o lugar tem apenas uma cama. Sem nunca terem se encontrado pessoalmente, Leon e Tiffy fecham um contrato de seis meses e passam a resolver as trivialidades do dia a dia por Post-its espalhados pela casa. Mas será que essa solução aparentemente perfeita resiste a um ex-namorado obsessivo, uma namorada ciumenta, um irmão encrencado, dois empregos exigentes e alguns amigos superprotetores?
Teto Para Dois talvez seja um dos queridinhos de 2019/20. Afinal, o livro foi muito indicado nos últimos meses, desde o seu lançamento, porque é uma leitura leve, divertida e envolvente. A capa também nos chama a atenção, assim como a sinopse (disse bastante, mas adorei).
Por esses motivos, furei minha longa lista de leitura e resolvi ler Teto Para Dois, porque as leituras anteriores não estavam me agradando (culpo a pandemia, não os livros). Realmente estava com dificuldade de concentração e precisava urgentemente de uma boa leitura para esquecer os problemas.
E Teto Para Dois cumpriu bem seu papel. Ao ler a sinopse para fazer a resenha, relembrei bons momentos que passei ao conhecer a rotina de Leon e Tiffy. E sim, eu recomendo e sempre indico quando encontro alguém que precisa relaxar com um bom livro.

