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Resenha 2: Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?

10 setembro 2020

De uma forma divertida, Sophie Kinsella nos mostra que as pessoas que mais conhecemos são aquelas que também mais podem nos surpreender. Juntos há dez anos, Sylvie e Dan compartilham todas as características de uma vida feliz: uma bela casa, bons empregos, duas filhas lindas, além de um relacionamento tão simbiótico que eles nem chegam a completar suas frases – um sempre termina a fala do outro. No entanto, quando os dois vão ao médico um dia, ouvem que sua saúde é tão boa que provavelmente vão viver mais uns 68 anos juntos... e é aí que o pânico se instala. Eles nunca imaginaram que o “até que a morte nos separe” pudesse significar sete décadas de convivência. Em nome da sobrevivência do casamento, eles rapidamente bolam um plano para manter acesa a chama da paixão: de um jeito criativo e dinâmico, passam a fazer pequenas surpresas mútuas, a fim de que seus anos (extras) juntos nunca se tornem um tédio. Porém, assim que o Projeto Surpresa é colocado em prática, contratempos acontecem e segredos vêm à tona, o que ameaça sua relação aparentemente inabalável. Quando um escândalo do passado é revelado e algumas importantes verdades não ditas são questionadas, os dois – que antes tinham certeza de se conhecerem melhor do que ninguém – começam a se perguntar: Quem é essa pessoa de verdade?...”.Um livro espirituoso e emocionante que esmiúça os meandros do casamento e que demonstra como aqueles que amamos e achamos que conhecemos muito bem são os que mais podem nos surpreender.

Em agosto de 2018 eu resenhei sobre Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? Neste ano, li o livro novamente e mudei bastante o meu conceito sobre ele, inclusive aumentei minha avaliação no Skoob, então pensei em resenhá-lo novamente. Sendo assim, eis a resenha!

Resenha: Te Devo Uma

06 agosto 2020
Uma história de amor, empoderamento e de um simples favor que faz tudo mudar para sempre. 
Fixie Farr não consegue deixar nada pra lá. Se encontra alguma coisa fora do lugar, quer logo ajeitar, se um amigo está em dificuldade, já começa a pensar em como pode ajudar… Ela sente necessidade de arrumar tudo. Tudo! Então, quando um estranho em um café lhe pede que fique de olho em seu laptop por um instante, ela não só se compromete a tomar conta do computador como acaba salvando-o de um grande desastre. Sebastian, muito tocado com o gesto de Fixie, não sabe como lhe agradecer, então pega um protetor de copo e o entrega a ela depois de escrever nele: “Te devo uma”. Fixie acha a atitude muito fofa, mas duvida que voltará a vê-lo. Até o dia em que um antigo crush da época da escola volta para sua vida e Fixie precisa ajudá-lo. Ela então recorre a Seb, mas as coisas não dão muito certo. Agora é ela quem fica lhe devendo um enorme favor, e isso gera uma troca de favores infinita que obriga Fixie a enfrentar um passado cheio de mágoas para abraçar o futuro que ela de fato merece.

Sinopse grande demais, que contou demais, mas me deu bastante liberdade para contar a vocês a maravilha que é esse livro. Ele estava há um tempão na minha lista de leitura e eu nem sei explicar o motivo, porque Sophie é uma excelente autora, que arranca risadas do mais sério leitor. 

Eu o li em uma leitura coletiva junto às minhas Amigas Fãs de Romance, Fernanda e Rosi. Era para ser a leitura do mês, para posterior debate, mas o lemos em poucos dias, porque é impossível parar de ler, depois que você começa.

Resenha: A Lua de Mel

24 outubro 2019
Ao se dar conta de que o namorado nunca vai pedir sua mão em casamento, Lottie toma uma decisão. Termina o compromisso com ele e diz o tão sonhado sim a Ben, uma antiga paixão, com quem ela havia prometido se casar se ambos ainda estivessem solteiros aos 30 anos. Os dois então resolvem pular o namoro e ir direto para uma cerimônia simples e seguir para a lua de mel em Ikonos, a ilha grega onde eles se conheceram. Mas Fliss, a irmã mais velha da noiva, acha que Lottie enlouqueceu. Já Lorcan, que trabalha na empresa de Ben, teme que o casamento destrua a carreira do amigo. Fliss e Lorcan então elaboram um plano para sabotar a noite de núpcias do casal e impedir que os noivos cometam o maior erro de suas vidas.
Os livros de Sophie Kinsella, para mim, são muito divertidos, então são sempre uma boa pedida para quando você precisa dar boas risadas. Com A Lua de Mel não foi diferente. Ele estava há um bom tempo no meu Kindle, e um dia chegou sua vez na longa lista de leitura. Sendo assim, não hesitei e parti para mais uma ótima e bem-humorada história da rainha do chick-lit.

Antes de iniciar minha explanação sobre o livro, gostaria de dizer que Sophie fez um romance bem-construído. As histórias dela às vezes chegam a ser descabidas para terem uma boa dose de humor, e isso quase aconteceu em A Lua de Mel, principalmente durante a lua de mel de Ben e Lottie na Grécia, mas acho que ela conseguiu se ater ao cabimento e não viajou demais, como eu achei que aconteceu em Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? Agora vou contar um pouco da história. 

Resenha: Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?

01 agosto 2018

De uma forma divertida, Sophie Kinsella nos mostra que as pessoas que mais conhecemos são aquelas que também mais podem nos surpreender. Juntos há dez anos, Sylvie e Dan compartilham todas as características de uma vida feliz: uma bela casa, bons empregos, duas filhas lindas, além de um relacionamento tão simbiótico que eles nem chegam a completar suas frases – um sempre termina a fala do outro. No entanto, quando os dois vão ao médico um dia, ouvem que sua saúde é tão boa que provavelmente vão viver mais uns 68 anos juntos... e é aí que o pânico se instala. Eles nunca imaginaram que o “até que a morte nos separe” pudesse significar sete décadas de convivência. Em nome da sobrevivência do casamento, eles rapidamente bolam um plano para manter acesa a chama da paixão: de um jeito criativo e dinâmico, passam a fazer pequenas surpresas mútuas, a fim de que seus anos (extras) juntos nunca se tornem um tédio. Porém, assim que o Projeto Surpresa é colocado em prática, contratempos acontecem e segredos vêm à tona, o que ameaça sua relação aparentemente inabalável. Quando um escândalo do passado é revelado e algumas importantes verdades não ditas são questionadas, os dois – que antes tinham certeza de se conhecerem melhor do que ninguém – começam a se perguntar: Quem é essa pessoa de verdade?...”. Um livro espirituoso e emocionante que esmiúça os meandros do casamento e que demonstra como aqueles que amamos e achamos que conhecemos muito bem são os que mais podem nos surpreender.

Eu adoro os livros da Sophie. A autora escreve romances bem divertidos e seus protagonistas são meio maluquinhos, mas, cá entre nós, a resenhista aqui pra ser normal tá bem distante haha. Então, tenha a mente aberta, ok? Senão você não vai entender a temática da história.

O livro começa no dia em que Sylvie e Dan estão almoçando juntos e comemorando dez anos que se conheceram. Eles estão casados há sete e são pais de gêmeas de cinco anos. Tudo ia muito bem até que na mesma tarde os dois vão fazer exames de saúde. Lá, descobrem que vão viver até os cem anos, por aí. Isto quer dizer que ainda vão ficar juntos por 68 anos, aproximadamente. 

Resenha: Fiquei com seu número, @editorarecord

15 fevereiro 2018
A jovem Poppy Wyatt está prestes a se casar com o homem perfeito e não podia estar mais feliz... Até que, numa bela tarde, ela não só perde o anel de noivado (que está na família do noivo há três gerações) como também seu celular. Mas ela acaba encontrando um telefone abandonado no hotel em que está hospedada. Perfeito! Agora os funcionários podem ligar para ela quando encontrarem seu anel. Quem não gosta nada da história é o dono do celular, o executivo Sam Roxton, que não suporta a ideia de haver alguém bisbilhotando suas mensagens e sua vida pessoal. Mas, depois de alguns torpedos, Poppy e Sam acabam ficando cada vez mais próximos e ela percebe que a maior surpresa da sua vida ainda está por vir.

Sou suspeita para falar, porque adoro os livros da Sophie Kinsella. É por causa dela que amo chick-lit. E suas capas são lindas! Seus romances são repletos de bom-humor, de personagens atrapalhadas, mas cheias de boa intenção. Este é o caso também de Poppy, protagonista deste livro.

Eu não sou muito fã de reler livros, porque a fila de leitura só aumenta, então sinto que perco tempo quando releio um livro, por melhor que seja. Contudo, fiz exatamente o contrário neste ano: sugeri, quando chegou a minha vez de indicar um livro no clube de leitura da minha cidade, o livro Fiquei com seu número. Gostei tanto dele que queria que minhas amigas também conhecessem este livro. E como já fazia um tempo que havia lido, este tive que reler (com prazer).