Mostrando postagens com marcador @PedrazulEditora. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador @PedrazulEditora. Mostrar todas as postagens

Resenha: Anne de Green Gables

23 julho 2020
Tudo parecia confortável demais na vida dos irmãos Matthew e Marilla Cuthbert, proprietários da fazenda Green Gables, mas o coração de Matthew começou a dar sinais de que a idade havia chegado. Em razão disso, decidiram, após muita ponderação, adotar um menino de uns onze anos, para que pudesse ajudar Matthew nos afazeres diários e receber uma educação apropriada. No entanto, a mão da Providência já havia agido em suas vidas e, por um erro de comunicação, uma menina ruiva, sardenta e tagarela chamada Anne foi enviada no lugar do desejado menino. Tão logo chegou a Green Gables, Anne soube do engano, mas com sua imaginação fértil e conversa afiada já havia conquistado a afeição de Matthew. E assim começa a história de suas aventuras pelas fascinantes paisagens de Avonlea, com sua “amiga do peito”, Diana, e o desafio da competição intelectual com o inteligente Gilbert Blythe. À medida que Anne é aceita em Green Gables, ela conquista também a admiração de toda a cidade de Avonlea; e o encanto do seu rico mundo de sonhos vai conquistar você também.

Não sei se você sabe, mas eu sou revisora. Neste ano, tive a oportunidade, o prazer e o orgulho de revisar os dois últimos livros da série da Anne, nos quais ela já é casada e mãe de vários filhos. Por querer conhecer mais sobre a história, resolvi assistir os episódios da série na Netflix, e foi aí que me apaixonei pela ruivinha. 

A série foi cancelada, infelizmente, mas é claro que no livro é sempre muito melhor, então eu comentei com meu marido que tinha vontade de ler os volumes desde o início, para acompanhar a vida e amadurecimento dessa menina tão doce. Foi aí que ele me presentou com os primeiros cinco volumes, no meu aniversário.

Minha atual leitura é o quarto livro, Anne de Windy Poplars, então em breve você conhecerá minha opinião também sobre os outros volumes. Vamos falar da Anne de Green Gables?

Resenha: Iluminada Pela Paixão

10 agosto 2018
Mary Catharina Rothembourg, a filha de um ferreiro que morreu quando ela era criança, foi criada pela mãe e não recebeu nenhuma educação formal. Aos 15 anos, em Londres, ela conheceu Sir Harry Holland, que a contratou como anfitriã e animadora de festa de despedida de solteiro: o início da decadência da bela menina-moça, ignorante, pobre e sem ninguém por ela. Usada de todas as formas, ela passou de mão em mão, até ser despachada como amante de um velho correspondente inglês, em Nápoles, para que ela não atrapalhasse um ótimo casamento que o nobre amante falido faria em Londres. Enganada, na iminência de ficar cega, ela aceita se casar com o homem que a recebeu em sua casa. O duque de Grafton tinha um passado tão sujo quanto o dos amantes de Mary Catharina e, em visita a Nápoles, conheceu a dama já completamente cega e quis o destino que, de alguma forma, ele expiasse seus pecados.

Imagine que você está andando tranquilamente pela cidade, quando a visão foge completamente de seus olhos. Terrível só de imaginar, não é mesmo? Pois foi assim que Mary ficou cega. Ela acreditava que a cegueira veio como um castigo, por conta de sua vida pregressa nada aceitável pela sociedade. Foi amante de alguns homens e dançava nua em cima de mesas, animando festas para "cavalheiros".

Mary passava seus dias em casa, com duas acompanhantes, que a ajudavam nas tarefas e principalmente para disfarçar, dando dicas do que fazer em cada situação. Seu marido era um bruto e ela sabia que se sir Horace descobrisse sua cegueira, ela seria colocada para fora, sem nada. Numa noite em que receberam convidados, Mary deveria cumprimentá-los. Um deles, o duque de Grafton, foi extremamente gentil com ela.

Queria o acaso que eles se apaixonassem. Não vou entrar em detalhes porque você vai conhecê-los no livro, mas as circunstâncias favoreceram o romance dos dois. Acontece que Mary era cega e seu passado não permitia que ela se casasse com um duque, especialmente com uma mãe e uma tia como ele tem.

Resenha: Um Amor Apaixonado, @PedrazulEditora

31 janeiro 2018
Ao contrário do irmão mais velho, o príncipe Tárik odeia o povo inglês, mas o destino coloca sob sua responsabilidade justamente uma nobre inglesa, que acredita ser a síntese da mulher fútil e manipuladora que ele tanto despreza. Mas seu país precisa de uma aliança política e cabe a ele evitar que a ousada filha do duque de Barrington seja sequestrada em sua viagem a caminho do palácio Madinat al-Zahr. Tudo teria se resolvido em poucos dias se uma terrível tempestade de areia não tivesse atravessado o caminho deles. Após dias e noites sozinhos no deserto, a reputação de lady Sinclair fica irremediavelmente comprometida e ele terá de encarar seu pior pesadelo: um casamento, pelo bem de seu país e pela honra da jovem. Será que de um casamento forçado pode nascer um amor apaixonado?

Há alguns meses eu li Um amor Conquistado, o primeiro livro desta coleção. Foi um livro delicioso de ler, pois é uma leitura fácil, um enredo cativante, enfim, li em um dia. Portanto, quando minha amiga quis trocar livros comigo, e me propôs que eu ficasse com esse, não hesitei! Ainda falta ler o segundo, mas como são histórias independentes, furei uma fila imensa para lê-lo assim que possível.

Prudence conheceu o árabe Bahman quando ele ainda era um garoto, amigo de seu irmão, em uma festa em homenagem à Priscila, irmã da garota. Eu digo garota porque era o que Prudence era na época, com seus apenas doze anos. Mal sabia ela que o encontro com Bahman iria mudar seu destino! 

Ela sempre foi amante das histórias do Oriente, e o amigo de seu irmão Phillip era um árabe. Após um incidente, eles se conhecem e Prudence enche o rapaz de perguntas, para satisfazer suas curiosidades infantis. 

Já li sobre isso, mas confesso que algumas coisas são impossíveis de serem compreendidas apenas quando se lê histórias. Você vive num palácio ou numa tenda? Li que as mulheres não podem mostrar o rosto, é verdade? Também li que montam em camelos porque esses animais conseguem atravessar o deserto sem beber água! Nunca vi um camelo de perto!

Bahman acha graça da avidez por respostas, de Prudence, mas responde a todas com muito prazer e ainda promete que, um dia, fará um convite a ela, para que a moça possa conhecer o Oriente, sendo sua hóspede. 

Eu achei que Prudence fosse ficar com Bahman, pois não costumo ler a sinopse. Mas não: ele está prometido desde criança a uma moça de seu país de origem, em um casamento arranjado assim que ela nasceu. O homem que irá despertar sentimentos na nossa protagonista é o príncipe Tárik, irmão de Bahman.

Resenha de Um Amor Conquistado, @PedrazulEditora

19 outubro 2017
Ainda criança, Sophia foi levada para a Inglaterra para fugir da perseguição e do terror impostos pela Revolução Francesa. Com medo de ser descoberta, nunca revelou sua origem nobre, mas manteve viva a esperança de reencontrar sua família. Após o falecimento da madrinha, Sophia se vê obrigada a buscar trabalho para sobreviver e, por isso, se candidata à vaga de preceptora de Louise, a sobrinha órfã do conde de Buckington, um nobre conhecido pela sua frieza e arrogância. Uma brincadeira do acaso e ela se vê diante da possibilidade de voltar à França sob a proteção do nobre inglês e de descobrir o que aconteceu com seus pais. Mesmo avisada sobre os riscos, ela decide seguir em frente, ainda que isso signifique fingir ser a noiva do conde de gelo. Edward é um homem frio e arrogante, disposto a qualquer coisa para vingar-se do francês que destruiu seu irmão, até mesmo embarcar para a França em companhia de uma desconhecida apresentando-a como sua noiva. Ele conhece os riscos da empreitada, só não está preparado para os sentimentos contraditórios que invadem seu coração.
Esse belíssimo livro, tanto de capa quanto de enredo, começa em meio à Revolução Francesa, quando os pais de Sophia tentam fugir dos revolucionários. Seu pai, Henry, consegue que eles se direcionem à Inglaterra, mas sua mãe quer se despedir da rainha, de quem são muito próximos. Esse erro será crucial em suas vidas, pois eles têm uma filha pequena e precisam colocá-la em segurança.

Antes de sair de casa, Suzanne entrega um relicário à madrinha de sua filha, Margherite, e pede que ela faça uma promessa.

Se algo me acontecer, prometa que cuidará dela. Leve-a daqui, leve-a para a Inglaterra, onde estará segura. Prometa! - pediu, agarrando as mãos da amiga. - Você é minha mais querida amiga, a irmã que jamais tive, eu a confio a você - disse baixinho, olhando para a criança.
Alguns anos se passam e nos deparamos com uma Sophia já adulta, sem saber o que se sucedeu com seus pais. Eles podem estar mortos ou vivos, mas temos certeza de que sua madrinha acabou de falecer e hoje a moça precisa trabalhar, porque seu nobre sangue francês não é suficiente para colocar o pão inglês em sua boca (palavras dela).