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Resenha: Leve-me com você

14 fevereiro 2019
August Shroeder é um professor de ciências desacreditado e um alcoólatra em recuperação. Todos os anos, seu destino nas férias de verão é o mesmo: a estrada. Em seu trailer, ele percorre quilômetros e mais quilômetros nas rodovias para visitar os belíssimos parques e reservas naturais. Seu plano era visitar o Parque Nacional Yellowstone com seu filho, Phillip, mas agora não há ninguém no banco do passageiro — apenas um punhado de cinzas guardado no porta-luvas, em uma garrafa de chá carregada de significado. Quando o trailer quebra, August busca conserto na oficina mais próxima. Mas, além do motor home pronto para seguir viagem, ele sai de lá com dois garotos a tiracolo — seus novos companheiros nessa road trip — e a chance de repaginar uma viagem que tinha tudo para ser melancólica e permeada por lembranças doloridas. É com a sensibilidade e o encanto que se tornou marca registrada dos livros da linha DarkLove que Catherine Ryan Hyde fala sobre honestidade, luto, perdas, conquistas e transformações, desatando nós nos corações dos leitores e curando feridas que ninguém imaginava ter. Com sua voz poderosa, que já emocionou milhares de leitores pelo mundo, traz à tona uma discussão sobre a imprevisibilidade da vida e como família nem sempre significa dividir o mesmo sangue.

Se você acompanha as minhas resenhas, sabe que geralmente eu posto como o livro chegou até mim. E se você me conhece bem, sabe que não sou de comprar livros físicos. Leio muito e-book e também consigo ler os livros dos meus autores favoritos por conta das parcerias com as editoras, então é raro eu desembolsar para este fim, felizmente. Contudo, Leve-me Com Você eu comprei, e agora vou explicar o porquê.

No encontro de dezembro do meu grupo literário, ficamos de levar os nossos melhores livros lidos em 2018, e a Fernanda Hahne indicou Leve-me Com Você nessa categoria. Ela não pôde contar muito do livro, assim como eu não vou poder contar muito a vocês, mas a minha xará falou do livro com tanta emoção que eu disse: esse eu preciso ler. Então, me presenteei de Natal com a linda edição, como a Darkside costuma fazer.

Adorei Leve-me Com Você. É daqueles livros que você começa a ler e não percebe o tempo passar, e quanto nota já está perto do fim. É uma história envolvente desde as primeiras páginas, e a gente fica torcendo pelos personagens desde o começo, como se fossem nossos amigos. Portanto, também  recomendo! Abaixo vou contar para vocês um pouco da história.

Resenha: A Guerra que me ensinou a viver

29 agosto 2018
Sinopse: A Guerra Que Salvou a Minha Vida ganhou um lugar especial no coração dos leitores brasileiros. A história da pequena Ada — que, com seu irmão caçula, deixou para trás sua casa em Londres para escapar dos bombardeios da Segunda Guerra Mundial — arrancou lágrimas, sorrisos e suspiros na mesma medida. Com o coração repleto de esperança e afeto, a DarkSide® Books orgulhosamente apresenta A Guerra Que Me Ensinou a Viver, a emocionante continuação do livro de Kimberly Brubaker Bradley. Após uma infância de maus-tratos, Ada finalmente recebe o cuidado que merece ao ter seu pé operado. Enquanto tenta se ajustar à sua nova realidade e superar os traumas do passado, ela se muda com Jamie, lady Thorton e Susan — agora sua guardiã legal — para um chalé em busca de um recomeço. Com a guerra se intensificando lá fora, as adversidades batem à porta: o racionamento de alimentos é uma preocupante realidade, e os sacrifícios que todos devem fazer em nome do confronto partem corações e deixam cicatrizes. Outra questão é a chegada de Ruth, uma garota judia e alemã, que gera uma comoção no chalé. Seria ela uma espiã disfarçada? Ou uma aliada em meio à calamidade? Mais uma vez, Kimberly Brubaker Bradley conquista com sua narrativa carregada de sensibilidade. Seu registro historicamente preciso revela o conflito armado pela perspectiva de uma criança, além de lançar luz sobre a atual crise de refugiados, a maior desde a guerra de Hitler, que já obrigou milhões de pessoas a deixarem seus lares em busca de paz. Discutindo assuntos delicados com ternura, a autora guia o leitor por uma jornada que mostra a beleza dos pequenos gestos. E, ao revelar as camadas de seus personagens, apresenta uma história sobre amadurecimento e aceitação — principalmente para Ada, que precisa aprender a acreditar. Acreditar em sua família e em si mesma. Na resiliência que vem da dor. Na superação que vem do medo. Na empatia, que reacende a humanidade. E no amor, é claro. Em sua forma mais pura e sincera. A Guerra Que Salvou a Minha Vida foi vencedor de diversos prêmios e adotado em escolas nos Estados Unidos. Agora, A Guerra Que Me Ensinou a Viver chega em uma edição capa dura e cheia de amor, como deve ser. A linha DarkLove ganhou mais um título que deixa marcado na memória que algumas heroínas salvam leitores pelo coração. Corajosa, justa e inteligente, Ada é realmente invencível.
Em primeiro lugar, parabenizo a Darkside Books novamente pela belíssima edição. A capa dura, a fita de cetim como marcador e a bela ilustração são nota mil! 

Agora é hora de agradecer a Naná, editora-chefe deste blog, pelo belíssimo presente. Ganhei os dois exemplares como carinho pela nossa amizade. Obrigada, obrigada!

A sinopse deste livro é praticamente uma resenha. Além de ser bastante completa, ela conta tudo o que eu desejaria contar para você (risos). 

Resenha de A Guerra que Salvou a Minha Vida, @DarkSideBooks

16 agosto 2017
Ada tem dez anos (ao menos é o que ela acha). A menina nunca saiu de casa, para não envergonhar a mãe na frente dos outros. Da janela, vê o irmão brincar, correr, pular – coisas que qualquer criança sabe fazer. Qualquer criança que não tenha nascido com um “pé torto” como o seu. Trancada num apartamento, Ada cuida da casa e do irmão sozinha, além de ter que escapar dos maus-tratos diários que sofre da mãe. Ainda bem que há uma guerra se aproximando. Os possíveis bombardeios de Hitler são a oportunidade perfeita para Ada e o caçula Jamie deixarem Londres e partirem para o interior, em busca de uma vida melhor. Kimberly Brubaker Bradley consegue ir muito além do que se convencionou chamar “história de superação”. Seu livro é um registro emocional e historicamente preciso sobre a Segunda Guerra Mundial. E de como os grandes conflitos armados afetam a vida de milhões de inocentes, mesmo longe dos campos de batalha. No caso da pequena Ada, a guerra começou dentro de casa. Essa é uma das belas surpresas do livro: mostrar a guerra pelos olhos de uma menina, e não pelo ponto de vista de um soldado, que enfrenta a fome e a necessidade de abandonar seu lar. Assim como a protagonista, milhares de crianças precisaram deixar a família em Londres na esperança de escapar dos horrores dos bombardeios. Vencedor do Newbery Honor Award, primeiro lugar na lista do New York Times e adotado em diversas escolas nos Estados Unidos.

Esse, com toda a certeza, é um livro que (fazendo um trocadilho com o título) mudou a minha vida. Além de a edição ser fantástica, com marcador de fita de cetim e capa dura, a ilustração desse livro é magnífica, desde a capa às folhas internas. E a história, então? Com certeza um dos melhores livros que li até hoje, e olha que não foram poucos! A Darkside está de parabéns!

E qual não foi a minha sorte quando o Joinville Literária, grupo do qual faço parte nas redes sociais, pediu para que levássemos livros da DarkSideBooks para nosso encontro mensal? É claro que levei esse exemplar, e a nossa foto você confere abaixo. Estou acima, bem no centro. 

Entrevista com Andrea KIlmore, autora de Bom dia, Veronica

08 março 2017
Olá pessoal, não bastasse as edições sombrias e no mínimo curiosas da DarkSide, eles inovaram mais uma vez. A autora Andrea Kilmore, é o mais novo mistério da editora e sabe porquê?? Ela não é exatamente quem diz, e esse com certeza não é seu nome. Mas para abrandar a minha, a sua, a nossa curiosidade, a editora fez uma entrevista com ela, confere aqui conosco.

“TUDO É VERDADEIRO DENTRO DE MIM.
TUDO É FICÇÃO FORA DE MIM.”

UMA CONVERSA COM ANDREA KILLMORE




Andrea Killmore é claramente um pseudônimo. Por que você se esconde atrás de um personagem fictício?
R. Eu não me escondo; me protejo.

O que aconteceu com você para que hoje precise viver no anonimato?
R. Se eu contar, o anonimato acaba. Na época, foi público e notório. E foi suficiente para que essa decisão fosse tomada. Esta é a minha chance de começar de novo, do zero, como uma página em branco. E eu a agarrei com todas as forças.

A Guerra que Mudou a Minha Vida

23 fevereiro 2017
Olá pessoal tudo certinho?! Passando aqui para mostrar essa novidade linda da Caveirinha. Quando vi essa capa me apaixonei completamente... 

Este é um daqueles romances que você lê com um nó no peito, sorrisos no rosto e lágrimas nos olhos entre um parágrafo e outro. Uma obra sobre as muitas batalhas que precisamos vencer para conquistar um lugar no mundo.



Combinando a ternura de Em Algum Lugar Nas Estrelas, outro título da coleção DarkLove, com a realidade angustiante de O Diário de Anne Frank, A GUERRA QUE SALVOU A MINHA VIDA apresenta uma perspectiva da Segunda Guerra Mundial vista pelos olhos de uma menina que se transforma em refugiada no seu próprio país. Mais uma oportunidade perfeita para emocionar corações de todas as idades e relembrar os valores do companheirismo e da amizade em todos os momentos da nossa vida.

Resenha: Diário de Uma Escrava, @DakSideBooks

10 fevereiro 2017
Sinopse: Laura é uma menina sequestrada e jogada no fundo de um buraco por alguém que todos imaginavam ser um bom homem. Ela vê sua vida mudar da noite para o dia, e passa a descrever com detalhes sinistros e íntimos cada dia, cada ato, cada dor que o sequestro e o aprisionamento lhe fazem passar. Estevão é homem casado, trabalhador, pai de família, mas que guarda em seu íntimo uma personalidade psicopata. Ele percorre ruas e cidades se apossando da vida de meninas ainda muito jovens, pois dentro de si uma voz afirma que é dele que elas precisam. Mergulhando fundo nessa fantasia, ele destrói vidas, famílias e sonhos, deixando atrás de si um rastro de dor e morte.
Narrado em parte em forma de diário, o livro acompanha mais de quatro anos da vida de Laura em um buraco embaixo da terra, período em que algo dentro dela também se modifica de uma forma inimaginável em busca da única maneira para sobreviver. Publicado originalmente na plataforma digital Wattpad, onde já teve mais de um milhão e meio de leituras, DIÁRIO DE UMA ESCRAVA apresenta um retrato duro, cruel, abominável, mas infelizmente corriqueiro no Brasil e em todo o mundo.
Através de Laura, raptada ainda adolescente por um homem que ela chama de “Ogro”, a autora denuncia os diversos tipos de violência que muitas mulheres são obrigadas a suportar em silêncio e nas sombras da sociedade. O “Ogro”, um homem aparentemente comum, honesto e “acima de qualquer suspeita”, mantém Laura presa em uma casa afastada, onde abusa dela sexual e mentalmente, alegando ser ela o seu verdadeiro amor. Laura, compreensivelmente, só pensa em escapar dali. Mas agora ele parece estar mudando. Será que é o melhor momento mesmo para fugir?... Bem, isso você vai ter que ler para descobrir.
Olá pessoal, hoje a resenha é mais ou menos em um tom sério, pois o livro em questão, apesar de ficcional a história, ela foi construída a partir de casos reais de escravidão humana, e isso parece ser uma coisa tão sem propósito em pleno século XXI, mas não é.
A menina levantou o frasco e ficou observando o inseto se debater até que, cansado e sem ar, cedeu e caiu no fundo  do pote.
Laura é uma jovem de 14, que tem os mesmos desejos e anseios de qualquer outra jovem da sua idade. Até as suas rebeldias e suas aspirações são tão comuns, que me vi e com certeza você poderá se ver em cada uma de suas atitudes. Apesar da estranheza de determinada pessoa a observando ela não levou isso a sério, mesmo que ela o tenha visto a observar pela janela de seu quarto, na porta da escola e na igreja.

Bom dia, Verônica! Na DarkSide

22 novembro 2016
Olá pessoal, a DarkSide vai nos presentear com mais uma bomba... Bom dia, Veronica.

Gente só de olhar para a capa desse livro eu já fiquei meio tensa, depois de ler a sinopse então... Confiram.

Sinopse: Andrea Killmore faz sua estreia com um livro que está destinado a se tornar uma referência na literatura policial brasileira. Amiga íntima do perigo, ela é uma revelação que não pode ser revelada, e seu verdadeiro nome continua um mistério. Em outra vida, ela foi alguém importante dentro da polícia. Após trabalhar infiltrada em um caso e sofrer uma grande perda pessoal, viu-se

Diário de uma Escrava na DarkSide

13 novembro 2016
Olá pessoal, a DarkSide ontem anunciou em suas redes sociais mais uma publicação que vai nos levar a loucura.

Nos levará a loucura porque a edição está linda... Essa capa maravilhosa e essas páginas coloridas são sensacionais, e porque a autora é brasileira. Sim isso mesmo, ela é gaúcha.

No Brasil, todo ano, 250 mil pessoas desaparecem sem deixar vestígios. Desse total, 40 mil são menores de idade, dos quais um terço são meninas destinadas a fins sexuais. Muitas escapam ou são encontradas, contando histórias terríveis; outras nunca mais são vistas com vida.

O sofrimento e as reviravoltas de uma menina sequestrada por um psicopata, mostrando o lado doentio e uma visão deturpada do sexo, e o uso da mulher como objeto sexual. É disso que trata DIÁRIO DE UMA ESCRAVA, um romance baseado em fatos reais, de Rô Mierling, um dos próximos lançamentos da DarkSide® Books
Sinopse: Laura é uma menina sequestrada e jogada no fundo de um buraco por alguém que todos imaginavam ser um bom homem. Ela vê sua vida mudar da noite para o dia, e passa a descrever com detalhes sinistros e íntimos cada dia, cada ato, cada dor que o sequestro e o aprisionamento lhe fazem passar. Estevão é homem casado, trabalhador, pai de família, mas que guarda em seu íntimo uma personalidade psicopata. Ele percorre ruas e cidades se apossando da vida de meninas ainda muito jovens, pois dentro de si uma voz afirma que é dele que elas precisam. Mergulhando fundo nessa

Autor brasuca na Caveirinha

22 outubro 2016
Hello pessoal, é isso mesmo!!! A DarkSide anunciou a publicação de Ultra Carnem do autor Cesar Bravo.

Essa foi uma grande ação da editora que tem excelentes publicações, mas que faltava dar uma chance a galera brasuca que escreve terror. Apesar deles publicarem a Illana Casoy, que é uma autora sensacional, mas não escreve ficção, faltava rechear o quadro com outros autores nacionais de ficção de terror.

Primeiro que não temos muitos autores desse estilo em grandes casas editorias, e segundo, o estilo ainda tem um nicho muito específico. As pessoas têm medo de investir nesse estilo literário, e acabam perdendo a oportunidade de conhecer livros fantásticos.
Sinopse: Ultra Carnem expande em muito a mitologia criada por Cesar Bravo, dando detalhes assustadores sobre a infância e a obra maldita de Wladimir Lester, o estranho menino pintor. Além disso, o autor mostra até onde vai a fome de um homem desesperado pela fama ou por uma vida mais digna por direito. A caminhada segue sem pudores expondo a fragilidade de cada um de nós. Por fim, o leitor fica com a sensação de que nós, humanos, não devemos bancar o esperto. E que não existe a possibilidade de enganarmos o céu e o inferno.
Pelo que parece esse pacto sangrento com autores nacionais está só começando. Espero realmente poder ver mais obras nacionais desse estilo na caveira!

Até mais.

Resenha: O Menino que Desenhava Monstros, @DarksideBooks

21 outubro 2016
Sinopse: Sinopse: Um livro para fazer você fechar as cortinas e conferir se não há nada embaixo da cama antes de dormir. O Menino que Desenhava Monstros ganhará uma adaptação para os cinemas, dirigida por ninguém menos que James Wan, o diretor de Jogos Mortais e Invocação do Mal.
Jack Peter é um garoto de 10 anos com síndrome de Asperger que quase se afogou no mar três anos antes. Desde então, ele só sai de casa para ir ao médico. Jack está convencido de que há de monstros embaixo de sua cama e à espreita em cada canto. Certo dia, acaba agredindo a mãe sem querer, ao achar que ela era um dos monstros que habitavam seus sonhos. Ela, por sua vez, sente cada vez mais medo do filho e tenta buscar ajuda, mas o marido acha que é só uma fase e que isso tudo vai passar.
Não demora muito até que o pai de Jack também comece a ver coisas estranhas. Uma aparição que surge onde quer que ele olhe. Sua esposa passa a ouvir sons que vêm do oceano e parecem forçar a entrada de sua casa. Enquanto as pessoas ao redor de Jack são assombradas pelo que acham que estão vendo, os monstros que Jack desenha em seu caderno começam a se tornar reais e podem estar relacionados a grandes tragédias que ocorreram na região. Padres são chamados, histórias são contadas, janelas batem. E os monstros parecem se aproximar cada vez mais.
Na superfície, O Menino que Desenhava Monstros é uma história sobre pais fazendo o melhor para criar um filho com certo grau de autismo, mas é também uma história sobre fantasmas, monstros, mistérios e um passado ainda mais assustador. O romance de Keith Donohue é um thriller psicológico que mistura fantasia e realidade para surpreender o leitor do início ao fim ao evocar o clima das histórias de terror japonesas.
Olá pessoal, hoje vamos conversar sobre esse livro que apesar de estar classificado como terror em algumas lojas, a definição do skoob é a melhor: suspense e mistério. Suspense porque a todo momento queremos saber o que vem a seguir e mistério porque não temos muita bagagem para explicar os acontecimentos. Precisamos esclarecer que se você por acaso não sabe absolutamente nada sobre a síndrome de Asperger, pode ser que tenha dificuldade em entender algumas questões de Jack, então antes de começar, deixa eu te dizer que a síndrome é um grau de autismo onde o portador não consegue ter empatia, isso obviamente é uma definição simplória da síndrome ok?!? Só coloquei aqui porque é importante saber isso.
O desenho passava uma energia raivosa. Não havia qualquer sinal de incerteza; as linhas soltas e espirais faziam parte do conjunto.

De volta ao universo das Crônicas de Amor e ódio

10 outubro 2016

Olá pessoal, um dos grandes lançamentos da DarkSide esse ano de 2016 foi o livro Kiss of Deception, e agora em outubro vem o segundo volume, The Heart of Betrayal.

Quem leu o primeiro volume garante que é tudo isso e mais um pouco e estão todos ansiosos pelo segundo livro. Por isso a série já está em minha lista de desejos.
Sinopse: Em The Heart of Betrayal — Crônicas de Amor e Ódio v.2, Lia e Rafe estão presos no reino barbárico de Venda e têm poucas chances de escapar. Desesperado para salvar a vida da princesa, Kaden revelou ao Vendan Komizar que Lia tem um dom poderoso, fazendo crescer o interesse do Komizar por ela.
Enquanto isso, as linhas de amor e ódio vão se definindo. Todos mentiram. Rafe, Kaden e Lia esconderam segredos, mas a bondade ainda habita o coração até dos personagens mais sombrios. E os Vendans, que Lia sempre pensou serem selvagens, desconstroem os preconceitos da princesa, que agora cria uma aliança inesperada com eles. Lutando com sua alta educação, seu dom e sua percepção sobre si mesma, Lia precisa fazer escolhas poderosas que vão afetar profundamente sua família... e seu próprio destino.

Já estão em minha lista de desejados e assim que possível teremos resenha de ambos os volumes.


Até mais.