Rainbow Walker sempre se sentiu diferente das garotas da sua idade. Com
um nome peculiar e uma família estranha, ela nunca conseguiu estabelecer
vínculos ou manter muitas amizades. Agora, em uma nova cidade, ela terá
que se adaptar a uma nova escola e rotina, ao mesmo tempo em que
precisa deixar sua introspecção de lado. Mas Rainbow não está
sozinha nessa jornada, já que uma pessoa inesperada entra em seu
caminho, fazendo com que ela precise rever todos os velhos preconceitos
em relação aos outros, se obrigando a deixar as pessoas entrarem na sua
vida. Reviravoltas, conflitos familiares e toda espécie de
desventuras típicas de uma adolescente no Ensino Médio não podem
competir com o que ela menos esperava encontrar: o amor e a
autodescoberta.
Como você pode perceber, esta é a terceira resenha de Rainbow. Você pode conferir as outras resenhas clicando aqui e aqui, afinal são três opiniões diferentes, que poderão auxiliar você a conhecer mais esse doce de pessoa.
Rainbow é uma leitura leve, deliciosa para uma tarde de férias. Eu li em dois dias!
Rain é a primeira dos três filhos da família Walker, e seus pais seguem o estilo de vida hippie. Eles pregam liberdade e amor, e não param muito tempo em uma cidade. Sendo assim, para Rainbow, é um martírio trocar de escola várias vezes por ano, principalmente por conta de ser uma aluna nova com um nome pra lá de diferente. Por isso, ela prefere ser mais fechada e não fazer amizades, para não ser importunada e também pra não sofrer ao ter de mudar para uma nova cidade, e uma nova escola, em poucos meses.
Acontece que Rainbow não contava conhecer Thomas, um cara atlético, jogador do time de futebol americano da escola. Ele não a deixa em paz, insiste em sua amizade, e também em algo mais. Thomas ficou caidinho pela protagonista, e ela por ele, mas ele precisará enfrentar muitas dificuldades para derrubar as paredes que Rainbow criou para si.












